As Aventuras de Pi é plágio da obra de Moacyr Scliar. Divulguem!

Antes de entrar exatamente no que quero falar, deixe-me explicar a situação para quem ainda não a conhece. As Aventuras de Pi, livro mais do que premiado, que gerou a adaptação para o cinema, adaptação essa que faturou quatro estatuetas do Oscar ontem, trata-se de um plágio descarado da obra Max e os felinos, do autor brasileiro Moacyr Scliar.

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Compre livros da Leya com 50% de desconto, mais ebook gratuito. Saiba como!

em 2 de jul de 2015.
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Para retomar as atividades no blog, confesso que não pretendia começar falando de concursos ou promoções. No entanto, como a data limite para uma excelente promoção da Amazon se aproxima, decidi fazer essa postagem da volta do blog hoje divulgando o que considero uma bela oportunidade. Prometo que, ainda esta semana, farei a primeira postagem de conteúdo após um bom tempo parado.

No entanto, como sempre fiz no Na Ponta dos Lápis, considero interessante apontar para algo interessante na ideia da Amazon de fazer tal promoção. Antes, porém, falemos dela:

Até o dia 03/07/2015, ou seja, até amanhã, uma série de livros impressos da Editora Leya, a mesma que publica Game of Thrones (G.R.R. Martin), pode ser comprada com 50% de desconto, algo que considero realmente sensacional – é um desconto, de fato, enorme. E o que é melhor. A coisa não pára por aí. Além do grande desconto no livro impresso, quem participar da promoção ainda leva um ebook (de um catálogo selecionado) da Leya de forma gratuita. E isso inclui o bom livro de fantasia O Espadachim de Carvão, do autor brasileiro Affonso Solano. Por isso, não percam a  promoção da Leya. Corram e garantam seus exemplares!


 

Retornando, agora, ao que gostaria de comentar, podemos notar, nesta manobra da Amazon um posicionamento interessante. Como todos sabem, a gigante dos livros norte-americana entrou no Brasil, inicialmente, com a sua loja de Ebooks e com as vendas do Kindle. A venda de livros físicos se iniciou apenas em agosto de 2014 – e a de livros importados em abril de 2015.

É interessante notar, portanto, como a entrada dos livros físicos é ainda recente – e que uma promoção como a atual certamente irá trazer novos clientes, que descobrirão as facilidades de compra de livros no site.  É, portanto, um modo bem interessante de a Amazon, de um certo modo, “avisar” (gerar awareness) o leitor geral sobre sua entrada no mercado de livros físicos no país. Algo que irá – e já está – gerando impacto no mercado editorial brasileiro. Quais os efeitos finais dessa entrada, porém, só saberemos no futuro, e pretendo escrever sobre isso. De qualquer modo, a promoção é, com toda a certeza, um tiro certeiro da empresa para começar a fixar seus pés no mercado nacional de livros físicos – um mercado que ela domina em todos os países em que montou sede.
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Vontade

em 2 de dez de 2013.
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Hoje, finalmente, retomo o blog. Faz uns dias avisei sobre o retorno, mas esperei um tempinho para me organizar e para deixar que os leitores do feed lessem a postagem. Agora retorno. Para começar, um poema, junto com um audio meu o declamando. Espero que gostem! Em breve, postarei mais. A idéia é ter de três a quatro postagens semanais! Aproveitem e comentem!



Vontade 

Às vezes, quero ir para um lugar onde haja música,
onde eu acorde
e, ainda sonolento,
seja surpreendido pelo som de conversas e de canções.

Um lugar daqueles, que inebria,
que faz da gente somente festa e felicidade.

Quero acordar no movimento, acordar na magia,
e ser surpreendido,
pela passagem do tempo.

Quero viver ao relento,
com umas cem possibilidades,
e alcançar,
com o tempo,
a atemporalidade.



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Volta do blog, algumas informações

em 12 de nov de 2013.
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Olá, leitores do Na Ponta dos Lápis. Bem, faz já um certo tempo que andava sem postar por aqui. Então resolvo fazer este texto para avisar aos leitores do Feed e do blog que irei voltar a trazer para vocês algumas postagens semanais (tentarei, no mínimo, fazer quatro por semana), além de aproveitar também para explicar uma nova direção que tomarei no blog.

Além do conteúdo literário que sempre trouxe, com notícias, análises, poemas e contos meus, também irei trazer agora algumas crônicas - ou simplesmente textos mais livres - com algumas questões envolvendo estilo de vida, sociedade e até mesmo saúde. Isso porque, nesses últimos meses, venho fazendo muitas pesquisas envolvendo esses temas, então resolvi falar sobre isso e dividir com o pessoal do blog também. Isso ocorreu, por causa do meu projeto de doutorado, que pretende se debruçar sobre as "narrativas de felicidade" que constituem a nossa sociedade. Isto é, minhas pesquisas têm se voltado muito para essa questão da sociedade, da felicidade e da produtividade. E como me deparei com muitas coisas que podem ajudar muita gente, decidi começar a escrevê-las por aqui também; muitas delas, sendo teorias minhas mesmo, que desenvolvi a partir dos estudos.

Portanto, fiquem ligados, já que pretendo colocar sempre muito conteúdo por aqui novamente!
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Sutileza

em 27 de mar de 2013.
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Coloco por aqui um poema muito bonito que fiz ao ler um livro sobre atuação. Espero que vocês gostem. É para dividir algo por aqui no blog já que a última semana foi bem ocupada. Mas estou preparando um conto muito legal (alguns) para ir colocando por aqui depois.

Leiam e comentem!!



Sutileza

Um gesto,
um sorriso,
um movimento.
Há na expressão do ator um contentamento,
que revela um amor de quem não resiste.

Um amor de quem se entrega a cada detalhe,
de quem se encanta, de quem pratica, de quem persiste.

Um amor que transforma o mundo em uma batalha,
por uma expressão que não só atraia,
mas que conquiste.

Em cada olhar,
em cada suspiro,
em cada ação,
Há, enfim, em cada ator uma emoção
que faz do vazio o melhor lugar que existe.
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Por que amamos a poesia?

em 14 de mar de 2013.
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Decidi, excepcionalmente, fazer um texto para falar sobre a poesia, uma vez que hoje se trata do Dia da Poesia. E demos todos um viva! Enfim, decidi falar as razões pelas quais eu, particularmente, amo ler poemas e amo conhecer novos(as) poetas.

As razões, na realidade, são bem simples. Não se trata necessariamente aqui da beleza estética. É claro, a beleza estética é essencial, pois um bom poema precisa ser bem escrito, precisa evitar alguns clichês e ainda utilizar a linguagem de forma bela e criativa. Mas, para mim, o que há de mais apaixonante na poesia é algo que difere completamente disso.

O grande fascínio que me causam os poemas está em tudo o que há por trás deles, está na nudez a que o(a) poeta se expõe. Isso porque, quando alguém faz poesia, não são apenas versos e palavras, mas sim a própria personalidade do poeta, pequenas características pessoais e de pensamento, que acaba jorrando no papel. Isso significa dizer que, em um poema, não é só possível ver a beleza dos versos e das estrofes, mas também a beleza de quem escreve, uma qualidade rara e intrínseca a cada um. Aqueles traços tão bonitos de caráter e de personalidade que a vida, muitas vezes, nos força a esconder, nos intimida a guardar, são desvelados, sem truques ou intermediários, em um poema. E isso é absolutamente lindo. É uma oportunidade extremamente rara, especialmente no mundo corrido e superficial em que a gente vive, de se poder profundamente conhecer alguém e desfrutar do que aquela pessoa tem de melhor a oferecer ao mundo. É um processo realmente muito especial, de crescimento e de evolução, tanto para quem lê quanto para quem escreve.

Não é à toa que escrever poemas, às vezes, parece tão difícil. Ou melhor, não é à toa que muitos escrevem poemas, mas nunca chegam a mostrá-los. Porque é, de fato, algo complicado e um pouco assustador. É difícil de se colocar, assim, exposto, algo tão íntimo e tão pessoal ao julgamento alheio - ainda mais no mundo de hoje, onde se mostram por aí, em redes sociais, uma série de momentos superficiais e, muita vezes, "falsos" só para se passar determinada imagem enquanto, num diálogo interior, que se mantém escondido, há tanta riqueza a ser dividida. É difícil, às vezes, dividir um poema, pois é difícil acreditar que um outro possa gostar de você, da sua personalidade, dos seus pensamentos e, especialmente, dos seus sentimentos. Mas, a partir do momento em que se quebra essa barreira, a poesia se torna viva, a conexão com o outro se torna viva, e o mundo se torna um lugar muito mais bonito, muito mais profundo e, definitivamente, muito mais interessante.
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