Dois Novos E-books (ou, atingimos aquele #1)

Pois bem, um dos livros é o "A Sociedade da Rosa", que eu tinha disponibilizado aqui (E atingiu #1 na Kindle Store). O segundo é uma breve seleção dos contos dos quais mais gosto que publiquei aqui (e que agora estão fora do ar). Tudo isso por apenas R$1,99 (ou gratuitamente, para quem tem o Kindle Unlimited).

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Dois novos e-books (atingimos o #1)

em 27 de abr de 2016.
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Oi, pessoal. Então, continuo produzindo bastante e, agora, começo a postar alguns pequenos e-books na Amazon. A partir desta semana, voltarei a produzir conteúdo com frequência aqui para o blog também. Então fiquem ligados.

Fora isso, coloco os links para os e-books aqui. Mas quem curte o que faço e quiser dar uma apoio, pode aparecer correr lá na Amazon e comprar, ou deixar pelo menos um review, caso já tenha lido, para ajudar.

Felizmente, posso anunciar que um dos livros atingiu o #1 de um dos rankings


Pois bem, um dos livros é o "A Sociedade da  Rosa", que eu tinha disponibilizado aqui. O segundo é uma breve seleção dos contos dos quais mais gosto que publiquei aqui (e que agora estão fora do ar). Tudo isso por apenas R$1,99 (ou gratuitamente, para quem tem o Kindle Unlimited).










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[Canal Litera] EP. 5: Fique onde está e então corra, de John Boyne

em 17 de out de 2015.
| Comentários: (1)
Olá, pessoal. Como prometido, eis o posta da semana do Canal Litera. Como a Chris mora no Rio Grande do Sul, houve um atraso por causa das chuvas desastrosas que abateram a região.

Hoje, vocês podem conhecer mais um livro de John Boyne, que também é autor do grande clássico (no mundo e especialmente aqui no Brasil), O Menino do Pijama Listrado. Creio que todos já lemos ou ouvimos falar, certo? De fato é um grande livro que, como O Pequeno Príncipe, embora seja visto como uma obra para crianças, traz uma enorme carga emotiva e reflexiva.

Pelo visto, o mesmo ocorre com esse novo livro. Clique e confira o que a Chris nos revela sobre ele!


Citado no vídeo:

Fique onde está e então corra, de John Boyne

Confira também:

O Menino do Pijama Listrado
O Pequeno Príncipe (por apenas 8 reais)


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[Poema] A quietude do mundo

em 16 de out de 2015.
| Comentários: (9)
Comentário: a postagem do Canal Litera, que normalmente sai na quinta-feira, sairá apenas hoje a noite ou no sábado. A produtora dos vídeos é de Porto Alegre, e as chuvas que causa desastre por lá prejudicaram as gravações.


A quietude do mundo


Há um tipo variado de energia
Que só o mundo nos é capaz de dar.
Um êxtase que a quietude cria,
Como em um rio que se encontra com o mar.

Um silêncio desaparecido no tempo,
No espaço de uma palavra ou de um som,
Um sussurro de sutil contentamento,
Que o mundo nos segreda como um dom.

A quietude que nos inspira ao poema.
A calmaria que nos leva à inspiração.
A força bruta renascida dos dilemas
Que transbordam de todo o coração.

O universo se conecta nessa quietude,
No silêncio e na infinitude do vazio.
A criação, pois, vem do mundo e da sua virtude
E unifica um mundo inteiro com o seu brio.



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Por que precisamos de mais diversidade nos super-heróis - e uma história emocionante sobre Drax e um menino autista

em 14 de out de 2015.
| Comentários: (0)
Bom, como todos sabem, naturalmente, os filmes de super-heróis se tornaram uma febre nos últimos anos, especialmente no que se refere a Marvel - muito embora a DC tenha nos dado alguns excelentes filmes também, como a trilogia do Batman, de Christopher Nolan (O Cavaleiro das Trevas, com Heath Ledger, para mim, ainda é disparado o melhor filme de super-heróis).

Exatamente por seu impacto na cultura popular, é importante pensarmos sobre esses filmes. Dentro do que estudo - e já falei por aqui - nós construímos nossas realidades por intermédio de narrativas. E estas narrativas se formam justamente a partir das grandes histórias que vemos no cinema, das coisas que vemos no nosso dia a dia, das conversas que temos, etc. Por este motivo, a diversidade dentro das histórias de super-heróis - termos heróis que representem os povos e gêneros mais diversos - é extremamente importante. Pois, assim, tanto uma criança - ou uma pessoa -, individualmente, poderá se ver naquele herói, naquele papel, com aquelas virtudes, como a própria sociedade poderá também vê-lo assim.

Discuti sobre isso com a autora Bárbara Morais (@barbaraescreve) esses dias, e concordávamos ao reclamar da pouca capacidade da Marvel neste sentido, exatamente pela importância da questão. Afinal, se só contamos histórias com heróis masculinos e brancos, é este o tipo de narrativa social que está a se construir, de que somente eles podem ser os heróis.

Mas isso já começa a mudar. Tanto nos quadrinhos quanto nos cinemas. Ainda anda devagar, já que, infelizmente, na Marvel, ainda levará alguns anos para termos um filme solo do Pantera Negra e da Capitã Marvel, mas haverá, mesmo assim, uma representatividade maior nos próximos anos. Dentro do que eu falei, a Marvel, inclusive, conseguiu fazer algo muito legal, mesmo sem perceber. Trata-se de uma história muito emocionante, de um menino com algum grau de autismo e do personagem Drax, que ilustra muito bem tudo o que eu escrevi até agora.

No site Upworthy, foi divulgado o post de uma autora do Tumblr em que ela falava da experiência de seu irmão (que está no espectro do autismo) ao ver Guardiões da Galáxia. Achei extremamente emocionante, pois mostra como o menino finalmente pôde se sentir empoderado por uma coisa que muitos julgam tão simples. Aqui vai um trecho traduzido do depoimento da autora:

"Levei o meu irmão mais novo (que está no espectro de autismo) para ver Guardiões da Galáxia e, depois dessa cena, ele se iluminou como uma árvore de natal e gritou: 'Ele é como eu! Ele não entende metáforas'. E, pelo resto do filme, meu irmão olhou para o Drax num estado de arrebatamento.

Por seis dias, escutei meu irmão repetidamente dizer todos os diálogos de Drax no filme palavra por palavra (um de seus dons) [...] e dizer para todo mundo que ele sabe que pessoas com autismo podem ser super-heróis"

Como eu comentei, é um depoimento muito emocionante. A autora ainda revela que sabe, claro, que o personagem de Drax não possui de fato autismo. Mesmo assim, por sua raça ser incapaz de compreender metáforas, dentro do universo do filme, isso acabou fazendo com que seu irmão particularmente se identificasse.

Fica claro, portanto, como essa representatividade pode ser de extrema importância para uma criança, especialmente no mundo ultra midiatizado em que vivemos. Por isso mesmo, devemos ter mais e mais diversidade entre os super-heróis, para que mais crianças, jovens e adultos possam se sentir tão inspirados como o menino que conheceu Drax.

PS: A cena em questão é a em que Rocket Raccon diz que "Metáforas passam batidas por sua cabeça", no que Drax responde: "Nada passa por minha cabeça. Eu sou muito ágil. Eu o pegaria".

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Como ganhar prêmios comentando no blog e participando (gift card de até R$ 100 e muito mais)

em 12 de out de 2015.
| Comentários: (10)
Olá, leitores do Na Ponta dos Lápis! Bem, nos últimos tempos venho pensando em como fazer o blog voltar a ser como era faz algum tempo atrás, com a participação de muita gente e com algumas discussões muito legais que rolavam nas postagens e nos comentários.

Como fiquei parado por um bom tempo, embora o número de visitas seja bom, essa troca de ideias e experiências não tem mais acontecido. Isso se dá, claro, pela própria mudança de perfil da internet (já que, anos atrás, os blogs bombavam mesmo, e, hoje, nem tanto, no que se refere aos comentários). Porém, como pretendo continuar acrescentando novos conteúdos, séries e colaboradores, o objetivo é o de transformar o blog, gradativamente, em um site de conteúdo mesmo. E quero que os leitores interajam e façam parte desse conteúdo. Assim, podemos trazer mais das coisas que vocês gostam, além de ouvir mais vocês também.

Deste modo, como sabemos que o valor da participação do pessoal que lê o blog é grande, decidi fazer uma premiação mensal para os dois principais comentaristas do mês, além de algumas outras premiações bem legais também. Logo, leiam com atenção e participem:


Prêmio para os dois comentaristas do mês:

- Não significa que o prêmio será dado a quem comentar mais vezes. Mas, dentro da galera mais participativa, avaliaremos a qualidade dos posts, a relevância também, e daremos a premiação fazendo essa pesagem, que será um gift card na Amazon no valor de R$100 para o primeiro colocado e de R$75 para o segundo. Ou seja, não vale sair comentando em tudo quanto é post sem trazer uma contribuição para a página.

Além disso, bem importante

Teremos prêmios em gift cards da Amazon ou em livros específicos que serão dados a comentários que consideremos muito, muito legais e/ou interessantes, mesmo de quem comenta pouco. Em alguns casos, pode haver um prêmio aleatório também, como eu decidir: "o primeiro a comentar nessa postagem, leva o livro tal ou o gift card tal" e fazer isso sem avisar no post, claro.

Livros no Canal Litera

Bom, recentemente, fizemos parceria com um canal do youtube para trazer um conteúdo de ainda maior qualidade para vocês. Em alguns de nossos vídeos, faremos promoção envolvendo o livro a ser comentado ou resenhado. Nos casos dos livros do canal, o prêmio irá para um dos que tiver compartilhado a postagem em nossa página do facebook. Portanto, sigam-nos lá: Na Ponta dos Lápis.

Por último, é possível que ocorram prêmios surpresas, como para quem retuíta ou participa muito pelo Twitter (sigam-me lá @leoschabbach), etc


MUITO IMPORTANTE:

Para participarem das premiações de comentários, não esquecer de comentar ou logado em sua conta google, ou linkando para sua página no facebook ou twitter, para que possamos entrar em contato. Eu retirei a opção de comentários pelo facebook direto por achar que ficava estranho dois boxes de comentário. Quem quiser, basta colocar o link para o perfil do face quando comentar.

Mais novidades

Ainda não posso confirmar, mas devo criar uma sessão nova legal no blog envolvendo autores nacionais em breve. Espero conseguir. E planejo um concurso cultural de poesia com premiação legal e que possa ocorrer com mais frequência. Acho que vai sair!
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Um desabafo sobre tablets nas poltronas dos aviões - ou, como é possível não ter déficit de atenção?

em 8 de out de 2015.
| Comentários: (7)
Semana passada, estava eu voltando para o Rio de Janeiro em um avião. Estava ali, sentado em minha poltrona, aproveitando o momento de quietude para relaxar e meditar um pouco, para me livrar do estresse e da correria do dia a dia e para estar simplesmente presente naquele momento, deixando o corpo e também a mente relaxarem.

Eis, porém, que algo me distrai. A empresa possui um tablet colocado na parte de trás das poltronas. É claro que é algo até muito legal: afinal, mais conforto e entretenimento à bordo. Todavia, de certa forma, isso me incomodou e me colocou a pensar. Num vôo de aproximadamente 1h45m havia ali um tablet para que qualquer um pudesse assistir televisão, ou filmes ou até mesmo jogar alguns dos jogos disponíveis.

No entanto, só conseguia pensar no que isso significava. Você tem um adulto a bordo? Temos entretenimento. Tem um criança? Temos entretenimento. Mas pense no que isso significa num nível social e pessoal. As pessoas hoje não conseguem, e nem podem, ficar sem algo para distraí-las e estimulá-las mesmo que por alguns minutos. Vivemos em um mundo tão excessivamente povoado por estímulos que já não mais conseguimos simplesmente sentar e não fazer nada, descansando, repousando verdadeiramente.

E isso é extremamente perigoso. Em primeiro lugar, enquanto nos entretemos, não estamos verdadeiramente descansando corpo e mente. Em segundo lugar, nos viciamos em estar o tempo inteiro sendo estimulados. E o que isso significa? Bem, que não conseguiremos sentar para ler, ou para refletir, ou até mesmo para estudar e trabalhar - e produzir. Cada vez mais e mais, crianças e adultos são diagnosticados com déficit de atenção. E por que você acha que isso acontece? Pelo fato de que, hoje, em praticamente nenhum lugar que se vá, consegue-se ficar longe de estímulos. O tempo inteiro somos bombardeados e estimulados - e nos habituamos a isso. Por este motivo, as pessoas já não conseguem se concentrar ou se manter focadas em uma única tarefa por um longo período de tempo. Ficar, então, sozinho, pensando e lidando com a sua própria vida, seu medos, anseios, etc? Aí, nem pensar.

E o tablet no avião me fez pensar exatamente nisso. Após a televisão, depois a internet e, agora, com os smartphones, não conseguimos, nem podemos, ficar nem cinco minutos sem algum tipo de estímulo. E quando não temos tempo para parar, para descansar e refletir, acabamos também nos tornando escapistas. Além do negativo déficit de atenção que começamos a desenvolver, passamos também a fugir de tudo aquilo que nos causa ansiedade ou nos deixa tristes. Afinal, toda vez que ficamos sozinhos, em silêncio, e notamos que aquelas questões que nos preocupam, que nos causam ansiedade, começam a surgir, logo ligamos a televisão ou pegamos um smartphone e simplesmente tiramos nossos focos delas. Elas, no entanto, continuarão lá, e a ansiedade, os problemas e tristezas continuarão a crescer enquanto não soubermos lidar com isso. E o resultado? Vemos uma sociedade cada vez mais e mais doente e cada vez mais incapaz de lidar com os seus problemas. Vemos uma sociedade, enfim, cada vez mais perdida em um loop de ansiedade e de depressão sem sequer saber o os motivos disso.
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