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Poesia - Tempo que se vai

em 30 de nov de 2007.



O tempo de hoje causa vertigem.

É rápido,
é prático,
é violento.
É um tempo que não respeita o tempo,
e toma tudo. Depois se vai.

E não há mais como se produzir
e se sentar sozinho para pensar
e se perder no tempo com a poesia
e criar bons versos
ou sequer rimar.

Pois,
das prioridades de hoje,
o tempo,
faz tempo,
não é a primeira.

E, infelizmente,
sem o tempo,
não há poesia.
Nem filosofia.
Apenas há filosafada de terceira.

2 Comentários:

Bernardo

mt boa! o q podemos aproveitar desse tempo sem tempo? o q há de bom nestes tempos?
se souber me fala.
abraço

Fabíola B

Comentando...
E tinha que ser nesse poema do tempo...eu sou a rainha de não saber administrá-lo...rsrs
Parabéns pelo blog, Leo!
Bjos

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