Quer meu livro de graça? Assine minha newsletter e venha conversar comigo!

Além disso, a newsletter é para ser algo mais pessoal, nela vocês podem responder e conversar diretamente comigo. E eu ainda pretendo enviar uma série de textos exclusivos por lá, sendo alguns mais pessoais, alguns capítulos antecipados de livros que serão lançados, assim como alguns e-books gratuitos.

Leia Mais

1

Parte do livro - Trova

em 13 de jun de 2008.



Coloquei aqui no Blog um capítulo do livro que estou escrevendo. É um capítulo em que há uma parada na narração do livro e a história é contada de alguma forma através da poesia de um dos personagens. Enfim... achei interessante colocar.


Quando da preparação para a guerra, por Henrique Deleon


[1]


Com a sua vila retomada

De uma forma magistral,

Foi atrás de sua armada,

Cavaleiro sem igual.


Batalharia, pois, de novo,

A cavalgar com o seu povo

Rumo a glória e a vitória,

O cavaleiro da História.


Contra tudo e contra todos,

Contra uma conspiração,

Demétrios, o poderoso

Cavaleiro da nação.


Juntou todos ao seu lado

Num momento de irmandade,

Um guerreiro de verdade,

Cavaleiro do passado.


[2]


Montou-se um acampamento

Erguido pelos seus servos,

Felizes cantando aos berros:

“Agora é o nosso momento”.


Com a milícia preparada,

Com espírito elevado,

Demétrios confabulava

Com os seus mais fiéis soldados.


Aqueles que persistiram

Sempre lutando ao seu lado,

Que trair não conseguiram,

Por mais que fossem tentados.


A batalha era formada,

Todos por um só destino,

Demétrios com a sua espada,

Os homens a cantar o hino.


1 Comentários:

Bernardo

mt bons! acho que sempre vou defender que os quartetos são formas tipicamente brasileiras, são rápidos, curtos e possuem uma certa musicalidade. E, infelizmente, os sonetos não parecem coisas tão brasileiras. Parecem longos demais para a nossa disposição. Mas, gostei desses. E acho que os melhores destes versos são os quartetos de redondilha maior. Tem mais ritmo e como já te falei: a poesia não é nada sem ritmo, por isso gosto dos modernistas bons (por incrível que pareça), porque eles odeiam tanto as formas já criadas que possuem já internamente o próprio ritmo e com isso criam a musicalidade, mas não aquelas coisas chatas e meio sem sentido dos simbolistas, mas aquilo que como ritmo faz a beleza de um significado verdadeiro. É isso, abraço.

Postar um comentário

Participe você também. Sinta-se convidado a postar as suas opiniões. Com a sua ajuda, o blog se tornará ainda melhor!

 
Copyright© 2010 Na Ponta dos Lápis
Apoio: Literatura Fantástica
Tema original "Solitude" Modificado por Mundo Blogger