São os mais sábios e abstratos dos moradores de Aletheia. Alguns rebuscados demais; os mais respeitados dentre aqueles que devem contemplar o mundo. O fluxo vital é tão complexo que a linguagem precisa ser trançada para representá-lo; uma teia de elementos desconexos, afirmam - por mais paradoxal que seja. Formam o que poderia ser chamado de aristocracia; vivem bem, felizes por terem nascido onde nasceram. Só em Aletheia são bem recompensados aqueles que se dedicam ao pensamento e à filosofia. Do outro lado da fronteira, a preocupação com o concreto é grande demais. Não é de se estranhar, portanto, que os homens de lá apreciem de tal forma as artes da guerra.
O Legado dos Dragões [E-book gratuito]
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Jogos Vorazes, uma ficção científica a ser respeitada
Hoje faço uma resenha aqui no blog da trilogia “Jogos Vorazes”, uma vez que terminei de lê-la no meu Kindle um pouco antes de sair a versão cinematográfica do primeiro livro. Creio que o título da resenha já passe muito do que quero dizer com este texto.

O Homem e a Palavra - pequena homenagem aos escritores
De onde vem o impulso de escrever? De onde vem a vontade de contar uma história, de se conectar com o outro e de nele provocar mudança? O que estimula uma pessoa a construir literatura, a tecer mundos tão únicos em uma inerte folha de papel?

[Resenha e Indicação] O Nome do Vento e Patrick Rothfuss
Hoje falo sobre um dos melhores livros de literatura fantástica que já li (senão o melhor). Coloco, inclusive, a resenha marcada como livros de cabeceira, pois de fato trata-se de uma obra incrível...





















3 Comentários:
Sou muito fã desse projetinho. Adoro os mini-textos.
Só trazendo o comentário que o Bernardo fez para cá. Ele colocou no tópico errado, hehe.
BERNARDO:
Eu realmente ainda tenho a pergunta de que se todos deveriam filosofar, ou só os da Aletheia? Será que todos deveriam? Se fossem todos, o que alimentaria os filósofos, e se não fosse nenhum, quem poderia ensinar os outros a serem felizes? Os membros de Aletheia dizem por que cada um deve viver, e os outros vivem tal porque para alimentar aqueles que alimentam o porquê. Uns vivem para alimentar, outros alimentam para viver... é isso, abraço!
Gostei do comentário do Bernardo. Penso que cada um de nós tem um Aletheia dentro de si, a questão é que escolhemos utilizá-lo ou não, manifestá-lo ou simplesmente escondê-lo como se não existisse.
E ainda tenho que conhecer as outras duas opções de profissões para me decidir (hahaha!), sou muito buliçosa, preciso de várias atividades ao mesmo tempo. Não sei se me contentaria em "apenas" pensar.
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