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Jogos Vorazes, uma ficção científica a ser respeitada
Hoje faço uma resenha aqui no blog da trilogia “Jogos Vorazes”, uma vez que terminei de lê-la no meu Kindle um pouco antes de sair a versão cinematográfica do primeiro livro. Creio que o título da resenha já passe muito do que quero dizer com este texto.

O Homem e a Palavra - pequena homenagem aos escritores
De onde vem o impulso de escrever? De onde vem a vontade de contar uma história, de se conectar com o outro e de nele provocar mudança? O que estimula uma pessoa a construir literatura, a tecer mundos tão únicos em uma inerte folha de papel?

[Resenha e Indicação] O Nome do Vento e Patrick Rothfuss
Hoje falo sobre um dos melhores livros de literatura fantástica que já li (senão o melhor). Coloco, inclusive, a resenha marcada como livros de cabeceira, pois de fato trata-se de uma obra incrível...





















6 Comentários:
Gostei de ouvir sua voz...
muito bem declamado! já ouviu Manuel Bandeira declamando os próprios? tá no caminho!
Muito legal colocar som. Normalmente não conhecemos o pessoal com quem conversamos em blogs, e-mails, twitter etc. Ouvir a voz do escritor parece nos aproximar mais de seu trabalho. Parabéns pelo poema e pela declamação.
Achei muito bacana você buscar esse tipo de inovação, mas o que é legal mesmo com a versão declamada do poema é que te permite expressar emotividade - através do da voz - o que ajuda o leitor/ouvinte a perceber o tom que o poema busca causar no receptor.
Maneiro Leo...Mandou bem...espero pelo próximo.
Abraços e sucesso na noite de autográfos, pois você merece, saiba que sou seu fã e queria mito tá aí no RJ para prestigiá-lo, mas mesmo assim, tÔ aqui em SP torcendo por você.
Salve, Leonardo!
Massa a idéia de colocar o poema declamado. Sei que é outra onda, mas comecei a gostar de poesia por causa de Vinicius. A sensação trazida pela voz é muito interessante e nos leva a uma compreensão mais apurada da relação poema/poesia-autor/declamador.
Engraçado que eu nunca fiz esforço em imaginar tua voz, mas inconscientemente tinha criado uma certa concepção, que era bem diferente do que ouvi hehehe.
Teu ritmo é muito mais rápido do que eu imaginava ou costumava ler. Muito bacana conflitar a imaginação com a "realidade".
Aproveitando isso, uma dica seria mandar o áudio depois da poema. Assim faz com que haja uma leitura "surda", depois a sua voz é apresentada, dando outro corpo para a leitura.
Pode ser interessante.
Um grande abraço!
Legal que vocês gostaram da idéia. Agora, quanto ao ritmo de leitura, isso depende do poema. Esse é um poema quase cantado, mais acelerado portanto. Há outros mais lento. E mesmo quanto a voz, até por esse poema ser quase cantado, ela saiu diferente da voz "falada".
Vou colocar aqui depois dois poemas do Augusto dos Anjos que eu gosto de recitar para vocês verem como a voz muda, a velocidade e a entonação também. Afinal, declamar um poema nada mais é do que uma performance, hehehe. Acho que será uma experimento legal, pra mostrar as variações e tudo mais.
Abraço. (Vou tentar postar os poemas declamados amanhã, hoje a correria é grande aqui)
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