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Publicação independente x Publicação tradicional

em 13 de abr de 2011.

Na postagem de hoje pretendo entrar um pouco mais na questão das vantagens e desvantagens da auto-publicação em relação à publicação de livros tradicional, conforme prometi no texto Lançando um livro de forma independente. Como deixei claro anteriormente, em muitos casos é possível se ganhar mais dinheiro com uma publicação independente do que da maneira  tradicional. Normalmente, quando um autor fecha contrato com uma editora, ele passa a receber apenas 8%, 10%, do valor de capa, equivalentes aos seus direitos autorais. Já em uma produção inteiramente autônoma, o escritor ficará com o lucro inteiro. Dependendo de quanto ele gastou com os processos de edição (diagramação, revisão e capa) e com a impressão, este lucro pode ser realmente alto por livro. Se houverem amigos ajudando na produção e reduzindo os custos dos processo de edição, este lucro variará basicamente com os custos de impressão. Isso significa dizer que, quanto maior a tiragem feita pelo autor independente, maior será também sua margem de lucro.

Esta situação, porém, esbarra em um enorme problema. Na maioria das vezes, um autor que está começando tem praticamente nenhuma possibilidade de iniciar com uma tiragem alta - não necessariamente por não possuir capital para isso, mas pelo fato de que será extremamente difícil de se vender um número alto de exemplares. Por este motivo, a produção independente, como em todo investimento, possui um risco maior de dar errado, mas uma possibilidade de lucros muito maior também.

O fato é que, se algum escritor pretende lançar seu livro de maneira independente, ele precisará de planejamento. Precisará ser muito objetivo ao medir quantos livros conseguirá vender com facilidade. É este número que servirá de parâmetros para que ele possa medir sua tiragem inicial. Caso seja um número pequeno, pode se optar pela impressão digital, que hoje permite a impressão de pequenas tiragens por preços acessíveis. Naturalmente, o lucro será bem menor do que numa tiragem de mil ou três mil exemplares, mas se tem um controle quase que absoluto sobre o investimento. Através da impressão digital e de um bom planejamento, é quase impossível que o autor tenha prejuízos.

Porém, este caminho pode não ser assim tão satisfatório. Afinal, quem irá ler o livro será um círculo muito pequeno de pessoas - e muitos autores querem ter a sua capacidade reconhecida, querem que suas histórias e textos sejam lidos, o que é natural.  Neste cenário, o planejamento é ainda mais vital, assim como o trabalho. O autor precisará se utilizar de todos os meios possíveis para angariar mais leitores e poder garantir uma tiragem maior, de no mínimo, eu diria, mil exemplares (seria necessário se vender algo entre 200 e 300 livros para se evitar prejuízos, caso o autor faça todos os processos de edição sem custo). Isso pode ser conquistado de diversas maneiras. O autor pode vender seu livro em eventos, de porta em porta, na rua, enfim, dar o seu jeito (como fez a Thalita Rebouças em seu início, como algumas pessoas citaram nos comentários da última postagem). E pode também se utilizar da internet; expondo seus textos em muitos sites, criando o seu próprio blog, tudo para entrar em contato com novos possíveis leitores. Já citei aqui a autora Babi Dewet (veja entrevista), que trilhou exatamente este caminho e teve bastante sucesso com seu livro. Há também o caso do Eduardo Spohr (confira entrevista com ele aqui), que conseguiu uma parceria com o site Jovem Nerd e iniciou as vendas de seu livro por lá. Foi assim que conseguiu vender mais de 5 mil exemplares em dois anos, chamou a atenção do mercado editorial e, hoje, passeia pela lista dos mais vendidos.

Eis que aparece, então, uma segunda situação. Esses autores que conseguem um bom resultado em suas vendas independentes, superando os mil exemplares vendidos de maneira autônoma, certamente conseguiriam ganhar um bom dinheiro se publicassem somente desta maneira. Para que arrecadassem a mesma quantidade em dinheiro numa publiação tradicional, precisariam de livros best-sellers, que vendessem muitas milhares de cópias para que os 10% que receberiam de direitos autorais chegassem aos mesmos valores da publicação independente.

Todavia, nada é assim tão simples; há alguns fatores muito importantes que ainda devem ser considerados na publicação tradicional. O primeiro é justamente a possibilidade de se ter um livro que venda muito, o que significa que o autor colocaria seu pé de vez no mercado editorial. Além disso, uma parte de seus ganhos deixaria de vir dos livro; o autor passaria a ganhar também com palestras, workshops e etc... O que, muitas vezes, poderá lhe gerar muito mais ganhos do que com a venda de exemplares.

Um segundo importante aspecto é a questão do trabalho. Numa produção independente, é necessário se cuidar de todas as etapas de produção. E também é preciso brigar por espaço na mídia, nos blogs e, principalmente, nas livrarias. É quase impossível para um autor independente ter uma distribuição que seja de fato eficaz. Isso significa dizer que, numa publicação tradicional, a única preocupação que se tem é em escrever - e, claro, em participar da divulgação. O autor não ocupará seu tempo com tantas coisas, podendo se dedicar ao que realmente gosta de fazer, e terá também uma possibilidade de crescimento muito maior, uma vez que o investimento em divulgação e distribuição será também muito maior.

De uma maneira geral, vejo a publicação independente como um bom modo de se chamar a atenção do mercado editorial. Se um autor novo, sabe-se lá por que meios, conseguir chamar muita atenção, vender mil, dois mil exemplares de um livro de maneira autônoma, ele certamente será percebido de maneira diferente pelos editores. Isso porque, mesmo para as grandes casas editoriais, não é tão simples assim se vender essa quantidade de livros com tão pouco investimento. Logo, tal feito também demonstrará às editoras que aquele autor ou aquele livro tem uma boa aceitação pelo público, isto é, causa a propaganda boca a boca, algo considerado essencial  em termos editoriais.

Ou seja, basicamente, as vantagens e desvantagens são essas que coloquei. Como disse, em minha análise, pesando todas as características de cada tipo de publicação, vejo a independente como uma forma de se ganhar espaço no mercado e, como consequência, de se conseguir espaço nas grandes editoras, algo que, não havendo um sucesso anterior (que pode vir pela auto-publicação), é praticamente impossível.

Há, porém, uma grande exceção, um assunto no qual tenho pensado ultimanente. Os autores de grandes best-sellers, como Dan Brown, J.K. Rowling e etc... poderiam facilmente criar seus próprios selos se quisessem, apenas para seus livros, fazendo, assim, um caminho reverso. Certamente, ganhariam muito mais dinheiro do que já ganham, uma vez que nenhuma livraria se negaria a colocar seus livros nas vitrines e que o número de fãs pelo mundo é gigantesco. De qualquer modo, eles ainda teriam um bom trabalho para administrar a publicação e a venda dos livros (algo que poderia ser terceirizado). Porém, imagino eu, como já ganham dinheiro mais do que suficiente, não creio que pensem em publicar de forma independente. Ainda assim, é um caminho que pode ser interessante no futuro.

Enfim, como sempre, convido a todos a deixarem mais perguntas e a trocarem idéias e informações. Isso só trará mais conteúdo à postagem - e abrirá espaço para novos textos também!

14 Comentários:

Ana Karenina

Olá Leo

As pessoas quando querem publicar seus próprios livros acho que tem um pouco de vaidade em querer ter um livro pra chamar de seu, mas muitas delas nem imaginam em todas estas dificuldades que você abordou aqui.

Não sei se estou pensando corretamente, mas um livro pra ser lançado de forma independente precisa ser muito bom pra ter êxito nas vendagens, pois a propaganda boca a boca pode fortalecer a divulgação do livro, quando o livro é ruim as pessoas não indicam muito, mas no caso de editoras vejo que há livros que não são tão bons, mas seus autores quando são famosos e os temas vendáveis então acabam vendendo mais que os outros.

Isso tudo me dá a impressão de que ter sucesso com um livro independente precisa que ele seja bom o suficiente pra vender e fazer as pessoas falarem dele também, já a publicação tradicional depende mais de outros fatores e não necessariamente a qualidade ou uma boa história.

Um abraço
@anakint

marcos nunes

A questão de conseguir espaço no mercado a partir da produção independente é um tanto ilusório; de cada 100 um consegue um espacinho, de cada 10 que conseguiram um espacinho, só um consegue desenvolver uma carreira literária centrada na produção de textos, e não no varejo constante e envolvido com planilhas e mais planilhas.

Acho que o importante para o autor independente é não se iludir; saber que, com 99% de certeza, ele dificilmente sairá do limbo. Partir daí, com o coração leve, com as ambições guardadas numa caixinha pequena, perdida em um quarto lotado de guardados empoeirados.

Há escritores demais para leitores de menos.

A qualidade do que se produz, em um autor, é normalmente superdimensionada. Todos gostam em excesso do que fazem; autocrítica costuma ser rara, razão pela qual se sentir injustiçado diante do sucesso de medíocres muitas vezes cala uma verdade evidente para todos: você também é um medíocre, mas um medíocre sem sorte, que não escreveu as bobagens certas.

Uma sugestão é melhorar, o escritor independente, sua qualidade como LEITOR. Isso produzirá mais e melhor autocrítica, e mais e melhores livros poderão advir disso. Não há, porém, no escritor independente, de regra, maiores disposições a leituras, à parte alguns eleitos afins à própria sensibilidade, esta tão imersa em vaidade e orgulho que termina por se perder.

Portanto, antes de publicar, ler, ler muito; antes de buscar na Internet contatos para posterior veiculação de um livro independente, encontrar mesmo na Internet nichos de relevância, a partir do qual é possível acessar material de maior vulto e conhecimento literário.

Mas se você quer publicar só porque gostaria de ver encadernado seu volume de poemas, contos ou romances, sem maiores ilusões sobre a qualidade do que faz e de seu alcance, publique. No mínimo, você chegará onde poderia chegar; no máximo, um pouco mais além, e isso será muito. No fim, a literatura, essa forma singular e plural de conhecimento, fará parte de sua vida e fará dela, sua vida, algo menos centrado em seus próprios humanos defeitos, como os já mencionados vaidade e orgulho, mais o egoísmo. O que será, em termos humanos, o bastante e o bom.

Leonardo Schabbach

Marcos, execelente o comentário. É bom que acrescentou algumas coisas que eu acabei não colocando nesse texto, mas que estão em outros artigos meus.

É difícil mesmo se ter um sucesso grande o suficiente para se entrar no mercado. Mas muita gente quer mesmo publicar para um certo número de pessoas e já ficaria satisfeita com isso.

Agora, para conseguir vender milhares de exemplares e chamar a atenção com o autor o caminho é complicadíssimo. Como você disse, uma porcentagem muito pequena conseguirá. Mas é claro que, também, se o autor não acreditar em sí e tentar, dificilmente a coisa acontecerá sozinho.

Acho que a chave disso tudo é a questão da objetividade. Olhar seu texto com objetividade, colher informações e opiniões de gente que não tem medo de criticar pra ver se o que você faz é bom. Essa é uma parte fundamental do processo que acabei não pondo neste texto, mas que está em um outro, sobre a importância dos blogs. Porque realmente um dos motivos para o fracasso de uma produção independente pode ser pelo fato de o autor não ser assim tão bom.

Agora, há de se fazer umas ressalvas. Nem sempre o que é bom vende (um Machado de Assis, hoje, acho que teria muita dificuldade em se lançar de forma independente, genial como foi) e muitas vezes o que é ruim venderá também. Isso vai depender do público, da maneira que o autor conseguiu se divulgar, enfim. O mercado editorial é muito complexo, e as razões que levam um livro a gerar boca a boca são ainda mais. Por isso, é tudo muito difícil de precisar. O ideal é que se tente mesmo, desde que haja um planejamento para que não se perca muito dinheiro.

R.A.M.P.

Olá, 

Sou mais um escritor brasileiro, dentre tantos outros.... 



Queria fazer uma pergunta: Você se interessaria em fazer uma resenha sobre o meu livro aqui? Existe alguma forma de fazermos uma parceria?

Ele acabou de ser lançado. Trata-se de um romance sobre a sociedade medieval japonesa e está disponível para venda, no formato impresso e digital (Ebook), somente pelo site: http://www.clubedeautores.com.br/book/42848--INUTAOSHI . O Título da obra é “INUTAOSHI - A presa do lobo” e o autor é R. A. M. P.. 
No site estão disponíveis a visualização da capa, sinopse e o capitulo 1. O
livro foi um dos finalistas do Prêmio SESC de Literatura 2009.


Se você se interessar eu posso encaminhar o livro para você.



 Obrigado

Robson André

Leonardo Schabbach

Cara, depois posso até dar uma olhada. Mas estou atolado de coisas já, inclusive de autores que eu prometi ler e divulgar aqui. Alguns eu já prometi divulgar faz alguns meses, mas com toda correria do mestrado e tudo mais, ainda não postei. Então não tenho como prometer muita coisa por agora. Mas posso pensar mais para frente.

Fábio C. Martins

Queria levantar um ponto. Quando a publicação é independente e digital, como você mencionou, terá um mercado menor, logo, provavelmente, o nicho alcançado é específico. Assim, se ele vender 2 mil cópias para esse grupo, não quer dizer que será um best seller, quer dizer que ele conseguiu atingir seu público e, consequentemente, as editoras.

Portanto, o que envolve uma boa venda é a divulgação, pois pode ser que somente 2 mil pessoas gostem do livro, mesmo que tenha alcançado a marca de 1 milhão de cópias vendidas.

Digo isso, pois acredito que editoras não estão interessadas em um bom texto, mas nos lucros, e pra se ter isso é necessário uma boa forma de divulgação, o que não implica uma boa obra.

Acho que minha dúvida seria até pra outro post, não exatamente pra este. Ou seja, lemos o que é bom, ou o que nos é oferecido como bom?

Forte Abraço

Leonardo Schabbach

Sim, realmente o ponto colocado é interessante. A questão é complicadíssima, pois há sim obras ruins que só fazem sucesso por causa da divulgação, e há obras boas que fazem sucesso por que o público impulsiona as vendas. Há obras que poderiam ser consideradas ruins também, em termos críticos, técnicos e literários, que não tem tanta divulgação, e que são impulsionadas também pelo público, já que nem sempre o público irá gostar necessariamente dos livros de maior qualidade.

Enfim, é uma salada só, mas pode render uma boa postagem mesmo.

Anônimo

Mas Leo, se há tantos pontos que, supostamente, caracterizariam a publicação independente como preferível em relação à publicação tradicional ( a maior margem de lucro e, quem sabe, uma possibilidade de maior divulgação, se considerarmos um bom uso das redes sociais pelo autor), seria então aconselhável, o autor já consagrado pelos próprios meios ( considerando essa 'remota' possibilidade), abandonar a produção independente e passar a publicar com editoras conhecidas? E aí voltar a margem de lucro de 10%?

Leonardo Schabbach

Depende de quão consagrado pelos próprios meios você considera. Um Dan Brown da vida, que vende muito e tem muito dinheiro, poderia facilmente largar sua editora grande e publicar independente, só precisaria contratar gente para fazer a distribuição pelo mundo inteiro, ele tem o dinheiro, as portas estariam abertas. Ele ganharia mais por livro do que ganha atualmente. Mas teria um trabalho fantástico pra poder distribuir o livro direito pelo mundo. E as editoras já tem tudo isso muito melhor esquematizado, por isso ele continua.

Agora, vejamos um autor independente que venda muito. Pegue o Eduardo Spohr, por exemplo, que vendem mais de 5 mil exemplares no Brasil antes de fechar com a Verus, selo da Record. Realmente, se ele continuasse a vender de maneira independente, ganharia muito mais por livro. Agora, o livro dele gerava tanto boca a boca, que por causa do lançamento pela Record, por causa de toda a plataforma de distribuição, por um bom tempo, o livro vendem mais de 2 mil cópias por semana. Ou seja, mesmo com apenas 10% ele está ganhando mais. Além disso, tornou-se um autor best-seller e super reconhecido pelo Brasil, então pode ganhar muito mais com participações em eventos, palestras e workshops. E falta ainda dizer que seus próximos livros terão o mesmo suporte, o que garante um sucesso nos seus livros seguintes; coisa nem sempre tão garantida assim na forma independente.

Então, como pode ver, tudo depende. Depende da editora para qual o autor está migrando, da proposta que eles estão fazendo, se o autor acha que o livro é um desses que pode explodir ou não. Vamos supor que não falemos aqui de um autor que produza livros mais de entretenimento, mas que seja um grande autor em termos críticos, com uma narrativa excepcional. Este tipo de autor dificilmente ficará rico escrevendo, mas pode, através de uma editora grande, ganhar prêmios, receber um reconhecimento muito maior e aí sim ser publicado lá fora, conseguir um dinheiro a mais com eventos e etc...

Tudo tem que ser analisado. Mas se o livro for muito bom e o autor, até por ter se consagrado sozinho, negociar bem, fechar com uma editora que terá como divulgar o livro em massa, é melhor publicar por uma tradicional.

Patrícia Guarnieri

Olá Leonardo,

Excelente seu artigo, na época em que estava em dúvidas sobre como publicar meu livro, seu artigo meu ajudou muito. No meu caso, meu livro não é sobre literatura, mas técnico e eu possuo um blog há 2 anos sobre o assunto, foi até mesmo por incentivo dos participantes que escrevi o livro, já possuía diversos artigos publicados sobre o tema.
No meu caso, nem enviei para as editoras comerciais para avaliação, pois encontrei depoimentos de diversos autores que o fizeram, reclamando da falta de flexibilidade, problemas na divulgação e é claro, do baixo percentual de direitos autorais. Eu já havia publicado livros em editoras comerciais como organizadora juntamente com colegas, e tivemos que adquirir para isso, diversos exemplares, dos quais muitos não foram vendidos e ficaram literalmente "encalhados".
Além do montante do dinheiro investido, dos exemplares que ficaram encalhados, também há o inconveniente de termos ficado com a responsabilidade de divulgar, vender, enviar via correio, etc...
Enfim, por esses motivos decidi publicar pelo Clube de Autores, estou muito satisfeita, apesar de o custo do livro ficar mais alto, o que reduz minha margem de lucro, meu livro está sendo visto, tenho vendido razoavelmente (considerando que é um livro técnico), tenho como acompanhar para quais locais meus livros foram enviados, os meus direitos autorais, os acessos do meu livro na página da editora e ainda receber o feedback de muitos leitores através dos comentários que deixam na página da editora.
Tenho trabalhado bastante na divulgação, o que para mim não tem sido inconveniente, pelo contrário, estou gostando muito e tendo contato direto com os leitores via redes sociais.
Certa vez um amigo que publicou um livro por uma editora comercial, me pediu para ajudar na divulgação do livro dele, tentei comprar o mesmo e não consegui, enviei email para a editora e não obtive retorno, procurei na internet e praticamente não há informações do livro dele. Ou seja, praticamente é impossível ter acesso ao livro, quando comentei com ele sobre isso, ele ficou indignado, mas está preso a u contrato. Enfim, temos que tomar cuidado ao publicar... muitas vezes o esforço que não é pequeno, não obtém resultados porque certas editoras não se esforçam como deveriam para divulgar o seu trabalho e você fica a ver navios...

Anônimo

Olá Leonardo! Meu nome é Luciano Luíz! Ótimo artigo!
Posso deixar um link aqui dos meus livros?
Abraço!

http://www.clubedeautores.com.br/authors/44613

e-mail: lucianoluizdossantos@hotmail.com

gato e cachorro

leonardo gostei mto do seu artigo pois esse me orientou no que eu orecisavantemente publiquei um livro de poemas. Será que poderia me ajudar no seu blog/ APAIXONANTES POEMAS esse é o nome da obra. obrigada Georgina
E mai: georginagaby2011@hotmail.com

Anônimo

Leo, o seu blog é muito bom. Já adicionei aos meus favoritos. Estive lendo seus artigos, e achei muito instrutivo. Em breve, pretendo lançar um livro independente. Tenho quase tudo pronto,(até mesmo um blog exclusivo para a obra) e falta poucas semanas pra eu divulga-lo, mas minha intenção inicial, é lançar um livro com download gratuito. Apenas pra me lançar como autor, fazer a minha marca.(ou tentar)
O que você acha? Eu deveria custear o livro? Penso que uma das maiores barreiras dos novos autores, é o custo apresentado. Poucos, ousam pagar uma obra desconhecida, de uma pessoa desconhecida. Mas sua opinião, me seria útil.
Obrigado
Tiago

Carloseliana Silva

olá ,Leonardo sou mais um na multidão pois tenho um testemunho de vida de transformaçâo de vida saindo do mundo do crime e drogas ,coloquei esta transformaçâo em papel ou seja escrevi mas com estas condições que li confesso que foi o mesmo que jogar uma água em uma pequena faísca de fogo ,mas deveria existir uma lei que apoe aos que vê isto não como vaidade mas para edificaçaõ de vidas valeu

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