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[Pedido de opinião] Três capítulos de "O Código dos Cavaleiros"

em 4 de jul de 2011.

Oi, pessoal. Hoje a postagem no blog é para deixar um link para um arquivo em PDF com os três primeiros capítulos do meu livro, O Código dos Cavaleiros (link para a capa), que será lançado pela Mutuus nos próximos meses. Em teoria, era para eu esperar até que o hotsite do livro estivesse pronto para que os capítulos fossem disponiblizados lá. Mas eu queria dividir com o pessoal do blog logo, principalmente por um pouco de ansiedade até. Eu queria muito saber se vocês, lendo os capítulos, gostaram do estilo de narração e se esse pequeno trecho deu vontade de ler o resto da obra. Eu sei que pode ser chato para uns ler os três capítulos sem ainda ter o resto, mas seria muito importante para mim se vocês pudessem dar uma olhada e depois me falassem sinceramente o que acharam (via e-mail, twitter ou comentários no blog, tanto faz). O trecho é curto, são só 37 páginas no formato 14x21, com letras grandes, em meia hora se termina a leitura.

Atualização: O livro já está à venda em livrarias e no site da Mutuus Editora. Vocês podem o adquirir com autógrafo e frete grátis! Acessem: http://www.mutuuseditora.com.br/ocodigodoscavaleiros-2.html

Como eu falei, para mim, seria muito importante saber se a história lhes parece interessante, se estão gostando do estilo de narração, principalmente pelo fato de ele ser um pouco mais leve, diferente talvez dos livros que fazem sucesso hoje, por causa de seu caráter um pouco mais humorístico (por causa da idéia inicial de não só escrever uma aventura, mas também de fazer uma brincadeira com os contos de cavalaria, desconstruir alguns paradigmas e etc...).

Enfim, gostaria muito que vocês participassem e me ajudassem a ter uma idéia melhor de como as pessoas vão receber a obra, eu ficaria muito contente. Abaixo segue o link para os três capítulos, espero que gostem (coloquei também logo abaixo a sinopse do livro, para que vocês possam saber melhor do que se trata; infelizmente nesses primeiros trechos ainda não tem início a parte mais, digamos assim, "diferente" do livro, mas já dá para se ter uma idéia).



(se quiserem baixar o arquivo basta clicar com o botão direito do mouse e escolher a opção "Salvar arquivo como..." ou "Save link as...")


Sinopse

“Um conto de cavalaria emocionante e inusitado, uma aventura medieval capaz de nos fazer refletir sobre a nossa realidade”

A obra retrata a jornada de um jovem camponês que deseja se transformar em um cavaleiro; um garoto chamado Lino que sonha em se tornar um honrado e poderoso combatente, um homem capaz de proteger os fracos e oprimidos, como os cavaleiros das grandes histórias.

Porém, ao encontrar um nobre e seu companheiro de viagens, o mundo da cavalaria se mostra muito diferente de tudo o que ele imaginara. Lino passa, então, por algumas revelações capazes de mudar sua percepção de mundo.

A história satiriza os clássicos contos de cavalaria medieval, revelando aspectos com os quais os leitores podem se identificar, em uma grande crítica ao momento atual de nossa sociedade. A narrativa possui características cômicas, envolventes e instigantes que tornam a obra uma leitura imprescindível e agradável.

Nota: alguém deixou um comentário sobre antologia. Como nada tinha a ver com a postagem, eu não publiquei, mas deixaram em anônimo. Quem tiver deixado o comentário, favor entrar em contato por e-mail para eu poder tirar as dúvidas.

17 Comentários:

Cristina Abrantes

Leo,
foi muito prazeroso ler o início do seu livro. Como professora de Língua Portuguesa, posso afirmar que foi um verdadeiro deleite observar um autor de tão nova geração usar a linguagem de forma tão espontânea sem, no entanto, deixar de adequá-la à norma culta. Pude notar o perfeito domínio das formas verbais e das figuras de linguagem, postas a serviço da boa literatura.

Cristina Abrantes

Leonardo Schabbach

Obrigado pelas palavras, pessoal! Agradeço mesmo. Quis sim trabalhar com uma narração mais cheia de nuances, dando voz aos personagens, por isso o uso de umas figuras de linguagem e etc... tudo pra tornar a narração leve e irônica em alguns pontos.

E, Rafaela, um dos pricipais objetivos é realmente criar um livro divertido (vou adiantar que o nobre que apareceu na história é bem divertido, hehe), com crítica social e ao mesmo tempo também com aventura. Fico feliz que a narrativa tenha sido divertida para você, essa é a intenção, especialmente na primeira parte do livro.

Em alguns meses ele será lançado pela editora, espero que o pessoal tenha a mesma reação que você, que goste e que indique =)

Grande abraço!

Leti

Bom, se você quer minha opinião sincera tudo bem, aí vai: EU QUERO LER O RESTO! Poxa, maldade sua hein? Colocar o doce na minha frente e não me deixar devorar até o final? Hihihihi... Sério eu já estou esperando esse seu livro a um tempinho...
(Viu não de bola fã é louca assim mesmo...)

Leticia Doneda

Paul Law

Realmente os primeiros capítulos estão ótimos. Uma leitura leve, direta e gostosa foi o que tive ao estar em seu texto. A curiosidade para saber mais me motiva a almejar o livro completo. Estou torcendo para que ele chegue logo.

Seu texto é bonito e simples. Tem armonia. Um abraço, Leonardo.

Sucesso.

Bianca Briones

Gostei bastante do que li.
A leitura flui com naturalidade e os personagens são envolventes.

Espero ver logo publicado!

Beijo.

Elisangela

A linguagem é impecável, claro, e a estrutura da narrativa bem encaminhada a ponto de aguçar a vontade de ler o resto. Confesso que apesar de ser historiadora e ter lido trocentas novelas de cavalaria para aula de medieval e afins esse não é meu tipo de história favorita e daí resolvi perguntar: qual o público almejado por ti?

Eu confesso que estou indo por outro caminho de escrita, tentando produzir uma história policial de um crime ocorrido no século XIX. Se pás passa no blog e dá uma olhada (e me perdoa os erros de linguagem porque o negócio vai precisar de revisão pesada).
smelisangela.wordpress.com

Beijos e boa sorte Leo.

Leonardo Schabbach

Agradeço muito pelos comentários, pessoal. Legal que se deram ao trabalho de ler para comentar, fico muito feliz com isso.

E Letícia que bom que ficou com vontade de ler o livro inteiro de uma vez. Tomara que mais gente se sinta assim. Prometo que faremos de tudo para lançá-lo logo.

Elisangela, é difícil falar sobre um público específico. Acho que a obra pode atingir desde jovens, até adultos. Tem um apelo a quem gosta de contos de cavaleria e fantástico, por causa do título e parcialmente pela temática, mas não é exatamente isso. É uma espécie de paródia, uma crítica também social disfarçada. Brinco com a idealização clássica dos contos de cavaleria e etc... mas também trabalho com uma aventura legal e interessante. É que só pelos três primeiros capítulos é um pouco mais ver a parte mais de brincadeira com os contos de cavalaria, ela vem um pouco depois.

Então, creio que o público seria jovem, jovem adulto e adulto mesmo. E imagino que em cada público as pessoas poderiam gostar do livro por motivos extremamente diferentes.

Depois vou dar uma olhada no seu projeto de romance policial, eu adoro o gênero.

Thiago Rulius

Leonardo, achei o texto bacana, mas para prender um pouco mais atenção, acho que o texto deveria começar em um ponto mais avançado da narrativa, por exemplo com Lino passando alguma dificuldade, ou simplesmente viajando na carroça, e as informações dos dois primeiros capitulos entrarem como um flashback, talvez até divididas em dois momentos. Acho que o texto ficaria mais dinâmico. Esta é minha sugestão. Aproveitando: coloquei um link para seu blog (que já acompanho a algum tempo) no blog que criei a cerca de um mês: http://papolivro.blogspot.com/

Abraços e sucesso.
Thiago

Isie Fernandes

Leo, finalmente, venho para comentar. =)

Muito cativante! Amei o ritmo que você deu ao texto e a presença do discurso indireto livre, logo no primeiro capítulo, me encantou. Aliás, notei algo característico seu, essa virada repentina na história. O primeiro capítulo foi crescente; o segundo, estável; o terceiro tornou a crescer. Isso empolga o leitor, porque, quando pensamos que a história vai estacionar, somos surpreendidos e arrebatados pelo desejo de ler mais - confesso que até me chateei quando percebi que tinha acabado a leitura, sério!

Tenho apenas uma pequena crítica - ínfima. Na verdade, o início da história me levou a imaginar que Lino tivesse cerca de treze anos, e não quinze. Explico... É que sempre tive a ideia de que garotos de dezessete anos, antigamente, estivessem em idade de constituir família, sendo assim, não brincariam mais com panelas e paus. Bem, talvez eu esteja totalmente equivocada, apenas achei que quinze anos fosse uma idade intermediária entre as criancices de um garoto sonhador e as ansiedades de um "quase adulto".

Mas, concluindo, vê se apressa esse lançamento. Não vejo a hora de estar com meu exemplar (autografado) em mãos. =)

Parabéns!

Leonardo Schabbach

Não, não. Essa questão do início é de fato uma questão mesmo. A idéia era de fazer o Lino parecer bem infantil no começo, mais infantil do que a sua idade, para haver um crescimento. Então, ele aparentar ter 12, 13 anos é bom. Mas também é ruim ao mesmo tempo. Seu comentário já foi feito a mim por algumas pessoas.

Só que não vejo muito o que fazer. A idéia do primeiro parágrafo é essa já de dar uma idéia do Lino como muito sonhador e infantil para sua idade, já que isso dá o tom do livro, ele evoluirá. Além disso, seria complicado um garoto de 12 a 13 anos passar por tudo que ele já passa no início do livro (fugir de casa e etc..) e ainda o que virá depois. Então eu realmente não sei muito o que fazer nessa situação. Mais gente já teve a mesma sensação, de que ele teria 12 a 13 anos. Não saberia dizer se isso é bom ou ruim, porém, uma vez que a idéia é fazer ele parecer muito infantil mesmo; para depois amadurecer conforme a passagem do livro.

Isie Fernandes

Leo, voltei a ler o primeiro capítulo. Pra mim, ele está mesmo perfeito, eu não mudaria nada em sua estrutura. Contudo, percebi que a troca de algumas palavras poderia evidenciar que o personagem é um jovem sonhador, e não um menino, como eu e alguns imaginamos. Por exemplo, no segundo parágrafo, a mãe de Lino poderia falar "rapazinho" em vez de "menino" e, no quinto, "Há anos" poderia ser trocado por "Desde criança". Seriam mudanças sutis, mas talvez tornassem mais evidente o quadro que você quis passar.

Leonardo Schabbach

Uhm... boas sugestões de mudança. Vou reler a primeiro capítulo e pensar seriamente em alterar alguma coisa sim. Vamos ver se o fluxo narrativo continua legal com as mudanças (gosto de ler em voz alta pra ver se soa legal, hahaha).

Cleidson Vieira

Leonardo,
Antes de comentar sobre sua obra, queria dizer que sou escritor iniciante e seu blog tem sido de um auxílio incrível para quem está, como eu, dando os primeiros passos como autor. Parabéns!
Dito isso, vamos a história: adorei seu texto. Achei leve e intrigante desde início. Fica uma curiosidade no ar sobre o que, de fato, acontecerá com o garoto.
Espero ter a chance de ler na íntegra.

Leonardo Schabbach

Legal, fico muito feliz com o seu comentário. Você viu que o livro está próximo de sair? Fiz uma postagem com a capa, não sei se você encontrou os 3 caps iniciais por ela. Se não encontrou, vale dar uma olhada, está entre as mais recentes.

E fico contente que o blog tenha te ajudado a dar seus primeiros passos!

Grande Abraço!

DilsoNove

Gostei da evolução do roteiro. A linguagem dos diálogos me parece fugir da ambientação e gostaria de chamar Lino de Miguelito. Um Quixote guri.

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