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Dica de filme: Gigantes de Aço (Real Steel) e um exercício de ficção científica

em 4 de mar de 2013.

Hoje venho falar de um filme do qual gosto muito (a partir de agora, voltarei a falar de livros e filmes que me agradem por aqui), e que sempre revejo quando passa. Sei que não se trata de um filme absurdamente inovador, mas a história é muito boa, o elenco é muito bom e o desenvolvimento da trama também é muito legal - além disso, as cenas de lutas são perfeitamente coreografadas, o que dá um tom super especial ao robô personagem principal (Atom) e a todos os seus combates. Ainda assim - e talvez esse seja o principal motivo que me atraia - adorei a premissa do filme, o mundo proposto, em um exercício de ficção científica da grande qualidade, em que robôs gigantes fariam os grandes espetáculos de luta no lugar dos homens.

Enfim, para quem não conhece, "Gigantes de Aço" é uma história que se passa em um futuro não muito distante, em que um dos grandes espetáculos do planeta se tornou assistir a lutas de boxe entre robôs. A história mostra um ex-boxeador, Charlie Kenton (Hugh Jackman), em declínio, tendo dificuldades para se manter no negócio de lutas com robôs. Além disso, ele ainda precisa conviver com seu filho de 11 anos, que ele havia abandonado ainda quando bebê. Após ser salvo por um robô antigo em um ferro velho (de maneira acidental, pois "Atom" estava desligado), o filho, Max Kenton (Dakota Gogoyo), decidi também participar do mundo das lutas, acreditando em seu pequeno achado. Durante o filme, pai e filho começam a se conhecer e a se entender, e a história gira em torno dessa relação e, claro, das lutas.

No geral, como não quero das spoilers, para aqueles que não acompanharam, achei que a trama foi muito bem levada. Que a relação entre pai e filho é realmente trabalhada com cuidado e sem muitos exageros, assim como a história de Davi e Golias que envolve o robô de segunda geração "Atom" em sua "caminhada para as grandes ligas". Aliás, para o robô se deve dar uma atenção especial. O pessoal que o desenhou foi realmente muito feliz, porque ele realmente se move e tem alguns traços bem humanos, transmitindo bem a idéia que o filme, na minha opinião, queria passar.

[ALERTA PARA SPOILERS LOGO ABAIXO]

No mais, sempre que assisto o filme, no final, fico pensando: em um exercício, novamente, de ficção científica, no futuro os robôs, após se distanciarem ao máximo do "estilo humano", acabariam voltando a adotar o estilo, e talvez o boxe voltasse a ser disputado por boxeadores humanos que, no entanto, estariam sendo espelhados por robôs na arena (como o personagem de Hugh Jackman fez com "Atom" no final).

[FINAL DO SPOILER]

Para aqueles que gostam do filme, como eu, parece que já foi confirmado que haverá uma continuação, embora o elenco original ainda não tenha sido confirmado. Sinceramente, não sei como farão a sequência e, na realidade, acho bem provável que ela não seja assim tão boa, como acontece com a maioria das continuações. Ainda assim, ficarei de olho!

4 Comentários:

Isie Fernandes

Oi, Leo.

Não sabia que haveria continuação, amei a notícia. Esse filme é mesmo muito bom e eu fiquei bem feliz ao vê-lo pela primeira vez, pois percebi que se tratava de uma adaptação ou releitura de "Falcão, o campeão dos campeões" - Sylvester Stallone. Claro que há algumas diferenças, a maior delas é que Falcão foi lançado em 1987 e, em vez de robôs lutando boxe, eram caminhoneiros “gigantes” num tornei de queda de braço. Ambos os filmes são ótimos. Quero assisti-los novamente.

Já que você voltou a dar dicas de filmes, gostaria de pedir uma resenha ou comentário sobre "A Origem" (Inception). Sou completamente apaixonada por esse filme! Para você ter ideia, eu o assisti sete vezes consecutivas a fim de resenhá-lo, mas nunca tive coragem de fazê-lo. Sempre travo quando gosto demais de uma obra.

Beijos,

Isie Fernandes - de Dai para Isie

Leonardo Schabbach

Ah, Falcão é um super clássico. E realmente, a trama é bem parecida, tirando a parte de ficção científica. Mas é muito bom. Vira o bonézinho e vira uma máquina, hahaha.

Malu Silva

Por aqui, em casa, eu e meu marido assistimos e gostamos muito desta história carregada de sensibilidades!
Um abraço

joao santos

Também gostei muito desse filme. Uma historia emocionante, em que relaciona o homem e a maquina.....muito bom!

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