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Editoras comerciais: a compra de exemplares

em 24 de mai de 2010.

Falarei na postagem de hoje sobre algo levantado no meu texto anterior, em que dava dicas sobre o envio de originais para editoras. Algumas pessoas tiveram algumas dúvidas em relação à compra de exemplares exigidas por algumas editoras comerciais, como a 7Letras (leia no blog uma entrevista com o dono da editora) e o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira, da Novo Século. Nos dois casos, o autor, quando escolhido após uma seletiva leitura de originais, deve comprar determinado número de exemplares de uma determinada tiragem para que o lançamento do livro seja possível. As questões que ficam são: quantos exemplares precisamos comprar? Fica muito caro? Quais as vantagens?

Como não conheço a fundo os dois sistemas, falarei com base em entrevistas e em algumas informações que recebi de alguns autores, que prefiro não mencionar aqui.


SOBRE O SISTEMA DA 7LETRAS

Na 7Letras, posso afirmar que o número de exemplares a ser comprado é relativo. Varia com o tamanho do livro e, pelo que entendi da entrevista com o Jorge Viveiros de Castro, editor e dono da 7Letras, pode variar também conforme as necessidades do autor. Como eles têm uma capacidade maior de fazer tiragens menores sem aumentar tanto o custo, há uma maior flexibilidade neste sentido, o que pode tornar o preço da publicação mais acessível. Já recebi informação de um autor que teve uma tiragem de 600 exemplares, tendo de comprar 300 livros e recebendo 30 a mais para divulgação. Os livros que ficam com a editora são disponibilizados nos sites das grandes livrarias e a 7Letras tem uma boa distribuição, o que dá visibilidade e a possibilidade de vender todos os exemplares. A vendagem dos livros que ficaram com o autor já são mais complicadas, mas uma boa noite de autógrafos pode ajudar muito neste aspecto, assim como os contatos via internet. Entretanto, pelo que entendi, acho que a editora não produz, não em todos os casos pelo menos, um lançamento mais movimentado para o autor; isto seria algo a ser feito por ele mesmo.

Agora falarei das vantagens. Quem quer de fato se tornar um escritor, alguém que sabe ter capacidade para isso (algo difícil de se medir, mas os blogs podem ajudar; leia mais aqui), deve pensar neste tipo de coisa como um investimento. Primeiro, porque, com um bom trabalho feito na internet e em eventos em que você possa participar, dá para vender uma boa parte, senão todos, os seus exemplares e recuperar parte ou todo o dinheiro gasto; num cenário muito positivo, é possível até lucrar. Segundo, e mais importante, como disse, isso é um investimento na sua carreira (mas tenha certeza de que é isso que quer fazer). Numa editora como a 7Letras, seu livro irá chegar aos mais importantes meios de comunicação do país, a vários críticos literários, o que lhe dá a possibilidade de ser visto pela crítica, de ser notado e, quem sabe, bem recebido por ela, o que lhe abrirá muitas portas no mercado editorial, iniciando assim sua carreira como escritor mesmo. Há vários casos de autores da 7Letras que foram bem recebidos - e até mesmo premiados - e seguiram dali para vôos maiores. Inclusive, é essa a imagem do selo: um descobridor de novos talentos.

Entretanto, mesmo com toda a flexibilidade, uma publicação pela editora custará um preço razoavelmente alto ao autor. Não tenho como precisar aqui, mas creio que os valores girem em torno de cinco mil, dependendo do tamanho do livro (podendo custar menos ou mais); é um valor razoavelmente alto, mas que inclui uma excelente distribuição, que custaria muito mais se você tentasse fazer sozinho, um bom trabalho de divulgação e o respeito angariado pelo selo; além disso, se você vender metade dos exemplares que comprou, o que não é difícil, recupera mais da metade do dinheiro. Mas, lembro aqui, que o valor dado é só uma estimativa que faço comparando com o que sei do processo da Novo Século, que é similar, e será descrito abaixo:


SOBRE O SISTEMA DA NOVO SÉCULO

Enquanto a 7Letras me parece mais aberta aos autores que fazem uma literatura que alguns poderiam chamar de mais "alta", aquela que provavelmente será mais apreciada pela crítica, obras que trazem um trabalho maior com a linguagem ou reflexões, o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira, da Novo Século, abre mais espaço também para os autores de boas histórias. Vejo como um selo mais visionário, mais aberto principalmente à Literatura Fantástica, o que é raro de se ver hoje. Acho interessante essa posição, pois mostra que a editora já percebeu que este é um gênero que vem crescendo muito no país e que tem um forte espaço já na internet, algo que facilita a vendagem por parte de seus autores. Além disso, é um preconceito sem tamanho da crítica nacional, um preconceito que vem diminuindo, de que a literatura fantástica não é uma literatura a ser assim tão considerada.

No selo Novos Talentos da Literatura Brasileira, a Novo Século tem uma preocupação muito grande com a qualidade física dos livros: as capas em geral são muito bem trabalhadas, a edição é bem legal também, você terá algo de real qualidade em mãos caso opte por publicar com eles. Além disso, há também, pelos autores com que falei, uma preocupação maior com o lançamento do livro, que muitas vezes acontece em locais de grande movimentação, o que permite uma vendagem inicial grande, algo que pode ser crucial para impulsionar a obra. Afinal, com uma vendagem inicial boa, caso o livro seja realmente bom, ele poderá vender muito mais no boca a boca.

As obras também são vendidas nos melhores sites sobre livros, mas dificilmente têm uma exposição grande nas livraria físicas. Até agora, isso pode mudar, também não vejo muitos livros do selo sendo comentados por muitos meios de comunicação e crítica que não blogs na internet. Isso pode tornar a vida do autor mais difícil, uma vez que, embora os blogs possam realmente ajudá-lo a vender todos os exemplares e recuperar seu dinheiro, ele pode acabar não fincando o seu pé de vez no mercado, tornando-se um escritor com as portas abertas em outras editoras.

Por outro lado, se ocorrer uma vendagem rápida e excepcional, é possível que a própria Novo Século aposte no autor, já que ele estará sendo observado mais de perto. Caso se surpreendam com a venda, acho bem possível que apostem no livro pelo selo Novo Século mesmo, que é capaz de dar uma exposição muito maior, com tiragens maiores e sem custo para o autor. É por isso que, em minha opinião, o selo pode ser útil aos autores de fantasia, que, com muito esforço, podem aproveitar os espaços já bem definidos sobre o tema na internet para conseguir uma vendagem grande e rápida.

O grande problema, grande mesmo, é que, pelo menos com alguns autores com que pude conversar sobre isso, nem todos se sentiram confortáveis em falar sobre os números, a tiragem inicial é muito alta. Nos casos com que tive contato, foram de mil exemplares, com o autor precisando comprar 500. Os valores variavam, dependendo do tamanho do livro, de 12 mil até 18 mil reais. Como falei, é muito dinheiro. Mesmo para quem tem certeza de que seu trabalho é bom, pode ser complicado apostar tão alto, por mais que as perspectivas de recuperar o dinheiro possam ser boas. Enfim, é um negócio arriscado, mas que pode valer muito a pena; cada caso é um caso.


EDITORAS POR DEMANDA E MULTIFOCO

Como nem sempre temos tanto dinheiro assim, há algumas alternativas. Existem as editoras por demanda, mas não vou falar muito delas agora, prefiro deixar para uma postagem futura, onde poderei colocar mais detalhes. Essa questão das editoras por demanda é muito, muito complicada; pois, maioria das vezes, os livros ficam encalhados com o autor, a visibilidade é muito baixa, ou nula, e, basicamente, joga-se o dinheiro fora.

Uma alternativa às editoras que publicam novos autores é, como sempre digo aqui, a Multifoco (leia mais sobre a editora aqui). É uma editora que vem crescendo e conseguindo dar uma visibilidade um pouco melhor aos seus autores. Ainda assim, a visibilidade é bem pequena, mas existe, pode ajudar quem publica a se estabelecer no mercado, ou chamar atenção. A vantagem é que eles bancam todo o custo de publicação. Então, com esforço do autor, o custo é zero e a possibilidade de ir conquistando o mercado aos poucos existe. Além disso, para quem estiver disposto a investir em si, há a possibilidade de gastar algum dinheiro com estratégias de marketing, uma vez que você não gasta com a publicação. Não precisa ser muito, mas já seria alguma coisa.

Bem, a postagem foi grande, mas tem muita informação e algumas opiniões. Espero que tenho sido o suficiente para tirar as dúvidas levantadas na postagem anterior!

23 Comentários:

Luiz dreamhope

Sim, ajudou sim. Eu realmente não tinha muita noção destes investimentos. Fiquei surpreso com os estimados doze mil a dezoito mil da Novo Século.
Eh, vai ser complicado escolher uma. Mas por enquanto, fico de olhos na Multifoco e nas outras editoras sob demanda. No atual momento, é a melhor opção pra mim.
Ainda terei tempo de pensar com cuidado.

Phallos

Essas editoras exigem do autor um investimento na carreira muito grande. Com uma população que lê pouco, num país de livros escondidos e leitores ariscos, o escritor tem que confiar muito em seu livro para gastar três ou mais meses de seu salário (se tiver um emprego) para auto-financiar-se. E o pior: o fracasso é quase certo. Se pesquisarmos quantos autores publicam nesse sistema e quantos conseguem sucesso (que no Brasil é ao menos vender uma tiragem completa), a porcentagem é ínfima.

Leonardo Schabbach

Sim. Concordo absolutamente. É muito difícil mesmo. Geralmente, quem tem a possibilidade de arriscar algo assim é classe-média, um pouco, e classe-média alta. Mesmo assim, é um investimento complicado.

Mas se você tiver plena confiança no trabalho, pode dar certo, como já vi dar com muitos autores da 7Letras; ela realmente tem uma recepção boa no mercado, os autores volta e meia recebem uma resenha aqui e ali em algum lugar mais importante, algo que pode abrir as portas de novas editoras para o autor. E na 7Letras não é tão caro. Mesmo assim, as chances de sucesso, como pra quase qualquer autor no Brasil, são pequenas.

Bruna Maria

Oi, Leonardo.

Muito boa postagem. Esclareceu a dúvida que ficou na minha leitura da postagem anterior. E me assutou também, no caso dos valores da Novo Século. A 7Letras, convenhamos que não é também tão barato, mas nem se compara um valor de 5 mil a um de 12 mil. Pareceu mais acessível.

Acho também que é importante o autor pensar em um investimento. Um sacrifício que tanto pode render positivamente, quanto pode fracassar. De qualquer forma, é como você disse, se a pessoa acredita na obra e tem condições, deve investir.

Só acho que é muito arriscado esperar retorno ou reconhecimento, porque isso pode nunca vir. Acredito que a melhor maneira de lidar com isso é acreditar na sua história e investir no que você acredita. O que vier depois, a gente vê.

De um modo geral é meio desanimador. Não esperava que fosse diferente, não, mas acho que todas essas informações confirmam a dificuldade toda de se escrever e ser lido, ao menos, aqui no Brasil. Por um lado, para uma mlehor visibilidade, é preciso fazer altos investimentos; de outro, sem tais investimentos, ou fica-se sem visibilidade almejada, ou se gasta por fora. Enfim...

Obrigada pelos esclarecimentos!!

Leonardo Schabbach

Pois é. É como sempre digo, vida de escritor no Brasil é difícil, e como. Viver de escrever, então, é utopia. Quem quer escrever tem que ter na cabeça que precisará de um emprego E aliado a isso poderá ter uma carreira como escritor, mesmo se tiver sucesso entre críticos e etc...

O número de escritores brasileiros que vivem da escrita apenas é ridículo. E vale lembrar que, mesmo eles, vivem não só da venda de livros, mas de participações em eventos e dinheiro para ser cronista de determinado jornal ou revista, coisas que vêm com o prestígio. Complicado...

............dri!

Estou acompanhando suas postagens de publicação, que aliás estão bem desenvolvidas. Dicas assim são valiosas, esse mercado é mesmo difícil e para quem quer aparecer não é simples.

Parabéns pelas postagens.
;)

Israel Teles

As cifras realmente assustam à primeira vista... Mas, como qualquer passo que se resolva dar na vida, é preciso planejamento e investimento. Tanto nesse estilo de publicação - onde se paga parte dos custos - quanto no "tradicional", onde se manda o original e espera pela resposta.
No aguardo do post sobre editoras por demanda :)

Paul Law

Excelente iniciativa! Mostar um pouco domercado editorial e apresentar editoras é importante para nós, novos autores!

Parabéns!

Anônimo

Na minha opinião acho que uma das melhores soluções para quem quer publicar em papel é o Clube de Autores(www.clubedeautores.com.br). Pelo menos para quem não tem uma uma boa estratégia de marketing. O autor não gasta nada e, se vender bem, pode até lucrar com seus escritos.

M.F.

Wow, nem sei bem o que comentar... fiquei com o queixo caído aqui diante desses valores. Mas muito obrigada pelo post, Leo. Eu estava atrás dessas informações há tempos.

João Cirino Gomes

Vou dar uma sugestão; Já que sou autor: No inicio mandei minhas obras para varias Editoras e poucas me retornaram, e quando retornavam, diziam que minhas obras não se enquadravam hora nisso, e hora naquilo; e as que me retornava, estavam interessadas em me prestar serviços; como elaborar capa, registrar, diagramar; ou me convidando a participar de concursos e Antologias! Tudo isso por um valor exorbitante; isso quando não me faziam propostas tão leoninas, onde uma obra, que eu pretendia vender a R$ 10,00 reais, acabaria me custando R$ 40,00. E eu acabei sendo até indelicado nas respostas, e não me arrependo; pois acabei publicando por conta, e hoje, estou vendendo minhas obras aos vizinhos, aos amigos e pela internet, a um preço razoável! E minhas obras tem tido boas aceitações!
Então meu conselho é este: Se você, independente de sua formação, ou currículo, puder escrever, corrigir, registrar, diagramar, fazer a capa e publicar por conta, terá muito mais lucro e vera surtir, bem mais rápido, fácil e simples, o fruto seus esforços e trabalho; sem se deixar explorar, para que um bando de mercenários tenha mordomias a suas custas, principalmente no mercado Brasileiro!
E o pior é que o Brasil, esta cheio de demagogos, se dizendo incentivadores da leitura!
Se ninguém investir em você, ou acreditar em seu trabalho acredite, e invista nele você mesmo, mas da maneira correta!
O ideal seria uma cooperativa, entre os escritores que se vêem sem expectativas de publicação e aceitação; ou que se sintam enganados e explorados! E nesta cooperativa divulgaríamos informações de como corrigir, registrar, diagramar, fazer a capa, publicar e quais os espaços mais convenientes para vendas!
Eu publiquei três obras, que são vendidas pela internet: São elas: O Massacre da Máfia no Amazonas; Corinthians e suas Raízes, Floresta Encantada!
Tenho várias outras a caminho, e não posso me queixar das vendas!
Antes sim; agradeço a Deus e aos espaços, que me deram oportunidade! Como; recantodasletras.com...
Enfim é uma infinidade, e aproveito para agradecer a todos!
janciron@hotmail.com Autor independente!

Vincent Law

Há uma grande contradição sobre a literatura nacional. Não falo dos leitores brasileiros, mas dos próprios autores do nosso território que também tem preconceitos.

Estranho, não? Como alguém que luta contra o preconceito na literatura (falo dos autores, mas não são todos, claro), e tentam destacar a sua obra, sendo que eles continuam a não darem valor a obras brasileiras?

E vejo isso, com clareza, mas o bom disso tudo que logo muitos irão se arrependerem, daqueles que deram as costas: De não acreditarem nos autores Nacionais. São eles que devem dar o 1° passo, mas não com falsidade, que é pior que o próprio preconceito.

Gostei dessas dicas, Leonardo.

charlloty

oi eu sou uma nova escritora quer disser ñ propriamente eu gosto muio de escrever e ja recebi muitos elogios por isso principalmente dos meus professores se alguem estiver interessado este e o meu orkut garanto que não vai se arrepender carlinha_2008@hotmail.com.br

Anônimo

Interessante é eu comprar uma obra que eu escrevi, eu corrigi, eu paginei eu revisei, eu fiz capa, eu paguei pelo registro, eu diagramei! Então a editora entra com o serviço de publicação e eu compro minha obra? Isso é Brasil gente; e se vender bem, antes de publicar com a certeza de lucro, eles já tem lá um contrato que reserva a eles a maior parte! E o autor vai comer nas mãos deles! Sai fora cambada de canalhas1 Publiquem por conta e mandem as Editoras nacionais e os atravessadores as favas!

Se bem que elas não precisam de autores novos, pois os que estão no mercado, são aqueles que fizeram acerto com secretarias de educação: E hoje vendem, tanto livros pornografia nas escolas como papagaiadas que ninguém consegue digerir, mas que mantém editoras, e a mordomias dos corruptos!

Leonardo Schabbach

Só uma coisa. Nesses casos que citei, você não paga nem pela revisão, nem pela diagramação, nem pela criação de capa do livro. A editora faz tudo isso.

Agora, eu vou concordar e ainda acho o preço muito caro a ser pago. Só valeria a pena para alguém com muita, muita, muita confiança em seu trabalho. Alguém também que queira escrever muitos livros e usar isso como um começo.

Ainda assim, é muito caro. Acho a proposta da 7Letras por exemplo válida. Já vi muita gente conseguir um começo por lá. Eles fazem alguma divulgação, botam o livro nas livrarias também.

Já esse selo da Novo Século, além de ser muito mais caro, parece que não dão quase suporte. Vi muita gente falando por aí que é uma exploração só com os novos autores (informações mais recentes do que quando postei).

Anônimo

Cada um por si e Deus por todos!
Esta é a filosofia dos políticos nacionais; morram os confiados, fracos e oprimidos!

Thayná Cristina . Sangue Selvagem

Amei o artigo, me foi muito útil, pois estou começando a entrar nesse meio, já escrevo há um tempo e esse mês (Outubro) mandei para um dos selos da Editora Novo Século (Novos Talentos) eles me responderam rápido e foi exatamente como descreveu, eles me cobraram um preço bem alto (15.500,00 reais) para a publicação do livro, eles dificultaram e muito já que nem todos são capazes de pagar tudo isso, esse preço faz com que poucos realmente poucos escritores brasileiros tenham a chance de entrar no mercado e ter seu livro publicado.
Através desse post eu pude conhecer a Editora Multifoco espero que por ela eu consiga publicar meu livro finalmente.

Edison

Eu acho um erro muito grande, a obrigatoriedade do escritor, de vender seus próprios livros. Afinal, o escritor deixa de ser para se tornar um vendedor, dom que poucos têm.
Seguindo os conselhos de Leonardo Schabbach, tenho publicado meus trabalhos em editoras multifoco. tenho tido algum gasto com divulgação e pouquíssimo retorno, na verdade, até agora, com sete títulos publicados, eu só tive gastos mesmo. Mas ainda assim, pouco a pouco, os títulos e o meu nome está entrando nas mídias.
Acredito que é um caminho muito difícil, árduo e desanimador, se o escritor não tiver certeza do que quer, mas para quem não nasceu em berço de ouro e quer chegar lá, este caminho, apesar de longo, tem destino certo, desde que trabalhado com paciência e persistência.
Edison Mendes
www.edisomendes.blogspot.com

Anônimo

Curiosidade: a proposta da editora Novo Século. Entendi que o autor tem de comprar uma parte para elel mesmo vender. No caso, o site fala em vender em feiras, exposições, escolas... Então, pode vender boca a boca, certo?
A editora manda os exemplares pro autor e ele tem de vender para obter os gastos feitos nesses livros, é isso?

João Cirino Gomes

Pretensos escritores.
Eu João Cirino Gomes; Autor de varias obras, inclusive da Obra O Massacre da Máfia no Amazonas, venho por meio desta informar aos desavisados interessados em publicar, para tomarem cuidado com a Biblioteca Editora 24×7, pois este pessoal vem dando o golpe em vários autores.
E os que já foram lesados por esta editora, entrem em contato comigo, através do email> janciron@hotmail.com
A intenção é entrar com um processo por propaganda enganosa, estelionato e apropriação indébita; pois os picaretas irresponsáveis, que administram esta editora; digo espelunca, ou arapuca, estão dando o golpe no mercado.
Este pessoal faz promessas, interessados em se apropriarem de certo valor pago pelo autor, não cumprem nada do prometido, dizem que a obra não vende, mas mesmo depois dos três anos contratuais, continuam postando a obra e fazendo propaganda comercial da mesma. Se vc mandar uma carta para destrato, eles dizem que não receberam e continuam usando a obra sem sua permissão, e sem pagar nada por isso, como se fossem donas da obra.
De longas datas eles vêm agindo desta maneira.
Se vc não tomar providencias, eles se apossam de sua obra, pois direitos autorais, nenhum autor recebe mesmo.

Anônimo

João Cirino Gomes, essa Biblioteca 24x7 é parecida com esse selo Novos Talentos da Literatura Brasileira da Novo Século. Eles não informam ao autor qual a vendagem, ficam com os direitos autorais para eles na primeira edição só que não distribuem direito nem divulgam a obra, ou seja, você fica preso na editora.

Anônimo

Muito interessantes as suas dicas. O problemas das editoras, é o descarte dos originais, ou seja se interessam pelas obras, simplesmente, jogam-nas fora sem ao menos comunicar ao autor. Vejo isso como um completo desrespeito e desconsideração, pois todo o processo que inclui trabalho, impressão, copias, remessas, custa dinheiro.

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