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Jogos Vorazes, uma ficção científica a ser respeitada
Hoje faço uma resenha aqui no blog da trilogia “Jogos Vorazes”, uma vez que terminei de lê-la no meu Kindle um pouco antes de sair a versão cinematográfica do primeiro livro. Creio que o título da resenha já passe muito do que quero dizer com este texto.

O Homem e a Palavra - pequena homenagem aos escritores
De onde vem o impulso de escrever? De onde vem a vontade de contar uma história, de se conectar com o outro e de nele provocar mudança? O que estimula uma pessoa a construir literatura, a tecer mundos tão únicos em uma inerte folha de papel?

[Resenha e Indicação] O Nome do Vento e Patrick Rothfuss
Hoje falo sobre um dos melhores livros de literatura fantástica que já li (senão o melhor). Coloco, inclusive, a resenha marcada como livros de cabeceira, pois de fato trata-se de uma obra incrível...























9 Comentários:
Antes de bater o vento bateu a pressa: não é VERSOS POÉTICOS, mas VENTOS POÉTICOS. Ficou engraçado.
Eita, que erro bizonho. Quando chegar em casa vou consertar. Nem acredito que passou um erro desses, hehe.
Valeu pelo toque!
Abraço.
A ideia é boa, mas o premiado ter que pagar 15 livros é meio demais...
Cara, vou te falar que não é não. Se eles forem fazer uma tiragem alta e botar em livrarias, é complicado não cobrar. Eu sei pq eu e meu sócio estamos tentando ver formas de fazer antologia, e pra fazer uma tiragem legal (mil exemplares) e realmente dar exposição, mandar pra blogs e etc... sem a compra de exemplares fica difícil mesmo - e nós achamos que autor nunca tem q pagar por nada.
Agora, quinze livros espera-se que qualquer aspirante a autor consiga vender. O que, neste caso, faz com que ele não gaste de fato na compra.
O problema é que tem gente que pede essa compra e faz uma tiragem só equivalente ao que os autores vão comprar, não divulgam nem nada. Aí é picaretagem.
Sim, já passei pelo o que você citou. Picaretagem não é o caso, mas acho complicado chamar de "concurso", não conheço a editora, mas o que costuma acontecer é "quem mandou, ganha um poema na antologia" e garantem a tiragem.
Mas eu sei que é complicado.
Eu vendi uns 40 livros, mas com 100 poemas meus, convencer alguém a comprar uma antologia é mais complicado.
Enfim, não gosto do modelo, mas entendo.
Mas aí que tá. Isso que você falou eu também considero picaretagem. Ou você recebe uma quantidade grande de textos e forma uma antologia legal, ou não publica.
Aceitar qualquer texto ou poema só para garantir a tiragem é que não pode. Acredito que, para se montar uma antologia nesse esquema, é pra tentar fazer algo legal mesmo, de qualidade, pra ser vendido como livro normal. Se fizer como você falou, você fica com uma antologia ruim em mãos e não consegue fazer nada com ela.
Agora, especificamente sobre as antologias que eu venho pensando em fazer. Pensamos em fazer uma de poemas também, mas elas devem conter de 3 a 5 poemas de cada poeta, para dar realmente espaço para se conhecer o trabalho dos selecionados.
Gostaria de comentar algo sobre a questão das antologias. Elas funcionam melhor se são compostas por amigos. Digamos dez poetas que se conhecem e procam trabalhos; depois de um tempo, publicam uma antologia com textos de todos, arranjando-os da maneira mais adequada, de acordo com temática, estilo ou mesmo tamanho.
Quando as antologias são agregações de pessoas que não se conhecem e se juntam através de um chamado ou concurso, o resultado pode não ser agradável a cada participante da antologia. Isso aconteceu comigo. Vi meus pobres versos contrapostos a outros muito ruins, e ao lado de alguns melhores, mas igualmente inadequados enquanto conjunto representativo de poetas.
Então você fica com, sei lá, 50 livros para vender, onde estão uns três poemas teus, entre 100 de outros, sendo 70 ruins de dar dó. Você tem que vendê-los para pagar seus custos, mas acaba por fazer péssima imagem de você mesmo e sua obra, reunida com outros e outras que não lhe são compatíveis.
Assim, sendo o caso de viabilizar a publicação de alguns poemas, sugiro a reunião de alguns amigos e apresentação de um projeto conjunto a uma editora, compondo-se os custos de maneira adequada a todos, sob critérios mínimos de qualidade.
Tá certo que, em meio a isso tudo, algumas vaidades afloram e a autocrítica não seja das maiores, além do que ninguém gosta de dizer para um amigo "olha, seus versos são meio fraquinhos", nem de ouvir isso.
Por fim, ê troço complicado!
Sim, Marcos, acho que a idéia que você apresentou é muito boa mesmo. Mas também, uma antologia bem organizada pode ficar majoritariamente com boa qualidade sim. É mais difícil você fechar num tema específico, que aí se torna mais longo o processo de ter poemas suficientes para um livro. Provavelmente algo como um livro com bons poetas contemporâneos é mais fácil, sem temática, só com o intuito de revelar novos talentos. E dá pra se ter majoritariamente poemas bons (majoritariamente, porque um crítico pode achar um poema bom enquanto outro acha ruim).
Organizar com amigos também é bem legal. Só que aí precisamos ter certeza de que todos realmente são bons, e é difícil você ter amigos que sejam bons poetas o suficiente pra montar um livro inteiro, hehe.
Sobra a antologia de que você participou. Eles pediram pros autores comprarem 50 livros? Que aí 50 me parece um número meio absurdo também.
Ih, cara, não me lembro quantos foram exatamente... só sei que paguei por tudo aquilo e repassei para minha esposa distribuir entre os alunos dela (é professora). Coitados deles. Fiquei com 1 exemplar, mas ele se perdeu entre meus outros livros. Se encontrá-lo, num desses acasos da vida, darei um jeito de dar um sumiço nele de novo...
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