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Bom Cotidiano

em 6 de mai de 2011.

Bom, a semana ainda continuou complicada, com alguns problemas a serem resolvidos, ficou difícil de botar o que eu queria no blog, que era o final do primeiro conto da "Sociedade da Rosa". Não fico tão preocupado, porque acho que nem muita gente está assim tão interessada na série, ainda pondero se vale mesmo continuar ou não. Hoje, coloco um poema aqui, bem pequeno e simples, mas que eu acho bem significativo, espero que gostem mesmo. Como falei anteriormente, estou me planejando para voltar com tudo no blog, com notícias, entrevistas e mais crônicas. Portanto, apesar do período com atualizações mais escassas, continuem a visitá-lo! Segue o poema, sintam-se convidados a comentar:


Bom Cotidiano

É justamente nos dias felizes,
que se repetem,
que a criatividade se renova,
que a vida revitaliza
e transforma em poesia
tudo aquilo que era prosa.

6 Comentários:

Anônimo

Gostei muito do seu poema, mas também há tristezas capazes de renovar a força criativa. E transforma a poesia em prosa poética.

Paul Law

Simples, cheio de sentimento e sábio. Acho que essa vertente da poesia que diz com poucas palavras aquilo que precisa de muitas, fascinante.

Um abraço, Leonardo.

Leonardo Schabbach

Sim, há tristezas que renovam a força criativa sim. Inclusive, há um monte de poetas que tiram daí suas melhores obras. Tem até um poema do Vinícius de Moraes que aponta nesta direção. Vou procurar aqui, faço uma postagem no futuro. Sempre bom pegar os comentários e usá-los para novas postagens!

Valeu.

marcos nunes

Primeiramente, acho que você deve publicar o conto da série, independentemente do interesse ou desinteresse manifesto das pessoas.

Depois, como sempre, o comentário do poema feito na forma doutro:

Dias felizes

Era madrugada e ele sabia que
como sempre, o sol insistiria em nascer
insolente, a ignorar por completo
sua má vontade de homem.
Queria agarrar aquela noite pelos ombros
impedi-la de ir embora, como a amante
que dormia ao seu lado, tão serena
quanto ardente, “rola satisfeita”, lera
num bom romance português. Mas o dia
se apressava; tudo o que me resta, ele pensou
é novamente me agarrar a ela, impedindo
sua partida. Foi o que fez; ela aninhou-se
tocou-o, esquentou-se, prometeu-se, recomeçou
e o dia nasceu, como os outros, mesmo
sob a angústia secreta, o medo do fim, o tempo
medido do prazer, seu limite e sua vontade.
Nasce o dia, ele goza, ainda é madrugada.

Leonardo Schabbach

Sobre a série, Marcos, é uqe é uma questão de administrar o tempo. Então, como tem várias coisas que eu gostaria de escrever ao mesmo tempo - e somando com as coisas que tenho de fazer não há tempo para tudo - é um bom critério a ser adotado, para selecionar no que trabalhar entre as coisas que eu gosto, aquilo que suscita mais interesse ou não. É mais ou menos por isso a questão da série. Mal ou bem, os contos são grandes, levam tempo mesmo, assim como outros textos em que gostaria de trabalhar. Para decidir entre eles, o fato de acompanharem ou não os textos pode ser interessante.

Márcia Luz

Lindo seu poema, lindo o poema do Marcos!

Léo, escreva no seu tempo, independentemente de postar ou não, de ser lido ou não...

O tempo às vezes é vilão, mas vilão a ser respeitado, oponente que não pode ser menosprezado. É com essa sabedoria que a ele vencemos!

Um beijo

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