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O "banco" do Itau na FLIP, um case de marketing de muito sucesso

em 11 de jul de 2011.

Depois de ter aproveitado minha passagem pela Festa Literária Internacional de Paraty de 2011, pretendo fazer uma série de postagens aqui no blog, todas relacionadas ao que vi por lá, aos autores, ao ambiente (clima geral) e aos pensamentos que tive durante as festividades. Hoje, dedicar-me-ei especificamente a um case de muito sucesso no evento deste ano.

O blog aqui, naturalmente, é literário, mas também trato um pouco de comunicação. O que posso dizer é que um dos pontos mais comentados da FLIP 2011 foi um pequeno invento de papelão trazido pelo Itau. Uma espécie de "bolsa" que se transformava em um banco (não era bolsa, pois não dava para carregar nada dentro; usei o nome pelo jeito como se carregava o "artefato"). Para que entendam melhor, consegui pegar um para mim e tirei fotos. Acompanhem:

O banco desmontado, de modo que possamos levá-lo para qualquer lugar durante a FLIP. Há uma alça e ele se fecha, por isso acaba-se gerando um certo aspecto de bolsa.



Eis agora ele em formato de banco. A "transformação" é simples de fazer e ele aguenta uma quantidade boa de peso; era muito seguro para qualquer um se sentar nele.


Agora vamos ao case. Não sei quem teve a idéia dos bancos, mas ela foi absolutamente genial. Primeiro, devo dizer que o objeto faz parte de uma série de artigos de marketing do Itau durante a FLIP, todos se baseando na idéia de desenvolvimento sustentável, amigo da natureza, como "bicicletas táxi" e também para aluguel, tudo com a estampa da marca.

No entanto, o grande sucesso da Festa Literária foi este singelo pedaço de papelão que vocês viram logo acima. Isto porque ele solucionava um enorme problema do evento. As pessoas circulam para lá e para cá o tempo inteiro; e muitas vezes não há lugar para se sentar. Com o "banco" do Itau, em qualquer lugar, a qualquer momento, tinha-se um assento imediato. O sucesso ainda foi ampliado pelo fato de que a tenda do telão, por exemplo, e outras televisões transmitiam ao vivo as mesas da FLIP e, sem muito esforço, era possível, como é em todos os anos, acompanhar as discussões mesmo sem comprar o ingresso, bastando ficar do lado de fora da tenda do telão. Porém, do lado de fora não há lugar para se sentar; ou seja, é preciso ficar mais de uma hora em pé para acompanhar o debate entre os autores. O "banco" do Itau, todavia, solucionou exatamente este problema. Bastava tê-lo em mãos para assistir às mesas com todo o conforto possível.

Não foi à toa que, nos horários em que o banco era distribuído, formavam-se filas enormes. E por todo o lado na FLIP, via-se pessoas carregando o artefato (e a marca) do Itau. Sem sombra de dúvida, quem teve essa idéia merece um aumento, pois o tal do "banquinho de papelão" foi um dos grandes sucessos da Festa Literária deste ano; o maior dentre os assuntos não-literários, com toda a certeza. Foi realmente um modo útil e inteligente de expor a marca, um belo trabalho dos publicitários e comunicadores da empresa que deu vida ao projeto.

6 Comentários:

ERICA BOSI

Você deve ter encontrado e descoberto muitas curiosidades na FLIP, não é mesmo?
Eu estive lá o ano passado e achei uma experiência incrível, que pretendo vivenciar de novo.
Mas é bom sempre estarmos atentos a eventos deste tipo, porém menores e de cidades menores, mas que estão em crescendo muito.

Leonardo Schabbach

Eu vou quase todo ano lá, e é realmente fantástico. A cidade fica linda, todo mundo falando somente de literatura, eventos pra todo lado, poetas, músicas, artistas de rua. É sempre muito bom e inspirador.

Tanto que uma das postagens que quero fazer, não sei se farei, teria o título de "O fantástico mundo da FLIP", justamente falando do clima, dos eventos; enfim, de tudo.

Anônimo

Léo, se tem duas coisas que eu gosto, é de literatura e publicidade. Se tem algo que eu AMO é quando conseguem unir as duas coisas, formando esse case sensacional!

Eu gostaria muito de ter um banquinho deste. tenho ctza que foi muito útil para quem foi para o FLIP e que a propaganda feita em cima disso foi maior ainda...

e o "BANCO" itaú, saiu perfeito... puta sacada!!

Bjão da Gisela!! :)

Bruno Bezerra

Oi Leonardo,

Escrevo para agradecer os elogios aos nossos banquinhos! Já tinhamos vendido no ano passado para o Itaú, mas em menor quantidade. Este ano, como foram feitos 5 mil, tenho certeza que o alcance foi bem maior e mais efetivo! Infelizmente não conseguimos ir, mas seu testemunho fez muito bem pra nós!!!

Obrigado mesmo!!

Abraço,

Bruno Bezerra
www.macadesign.com.br

Leonardo Schabbach

Legal, Bruno.

Mas o que falei foi a verdade mesmo. Com quase todo mundo que eu encontrava e conversava por lá, surgia o assunto dos bancos, todos comentando o sucesso que tinha virado. Encontrei inclusive um pessoal que estava na divulgação de outro estande (Petrobras se não falha a memória) e o comentário foi o mesmo. Que tinham mandado muito bem e etc...

Foi realmente uma ação de muito sucesso. Com certeza valerá trazê-la nos próximos anos.

E Gisela se quiser eu posso tentar mandar o meu banco aqui via correio, hehe.

Anônimo

Se alguem puder me doar uns banquinhos aceito de coraçao,vai facilitar minhas rodas de literatura na escola publica onde leciono.José Maria Rosa.Email:jomaro1954@yahoo.com.br

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