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[Poema] Tempos (pós)modernos

em 31/05/2011.
| Comentários: (11)
Segue mais um poema meu no blog. Finalizei ele ontem, então ainda não tenho muito daquele afastamento necessário para saber se ficou realmente bom ou não. De qualquer forma coloco aqui, espero que agrade ao pessoal que acompanha o Na Ponta dos Lápis. E lá pela quinta-feira, tentarei fazer uma postagem voltada para publicação e distribuição de livros independentes. Enfim, leiam e comentem, se puderem! =)


Tempos (pós)modernos

O que é uma noite de solidão quando se olha para uma humanidade vazia?
Tão cheia de sí
e ao mesmo tempo sozinha.
Uma humanidade que definha
na coletividade solitária
das conectividades arbitrárias.

Estar só hoje é coletivo,
é o que nos une e é o que nos separa.
É cada qual em seu abrigo.
E é pelo texto que se fala.

Mas esses tempos também nos levam na conversa,
embora sejam sempre tão corridos.
Por isso, não se engane e nem se esqueça:
conviver não é tarefa impossível.
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Publique seu livro digital na Livraria Cultura

em 29/05/2011.
| Comentários: (20)
Embora tenha ficado algum tempo sem postar concursos por aqui e oportunidades do gênero, continuo de olho em algumas iniciativas legais. Hoje, trago uma promoção interessante feita pelo site Bookess (no twitter @bookess). Trata-se de uma espécie de concurso, onde os livros selecionados serão transformados em E-books e posteriormente colocados à venda no site da Livraria Cultura. Abaixo, seguem mais informações a respeito.
É com muita satisfação que a Bookess apresenta mais uma oportunidade fantástica para nossos autores!

Estamos selecionando 30 obras literárias para vendê-las em formato de livro digital na Livraria Cultura.

Os livros selecionados serão gratuitamente transformados em formato ePUB - um formato de arquivo específico para livros digitais - e compatível com praticamente todos os leitores digitais existentes no mercado.

Quais os critérios para a seleção dos livros?
- É necessário possuir ISBN para livro digital.
- O livro precisa ter uma capa profissional e apresentável, ortografia correta e boa diagramação.

Caso tenha interesse, por favor envie até o dia 5 de junho um e-mail para contact@bookess.com dizendo que você gostaria de vender seu livro na Cultura. Nós enviaremos as informações necessárias para a retirada do ISBN para e-book, e lhe auxiliaremos com os serviços editoriais, caso deseje profissionalizar o seu livro.
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Como lidar com o bloqueio criativo?

em 27/05/2011.
| Comentários: (16)
Bloqueio criativo. Essa talvez seja uma das expressões mais temidas pelos autores. Quem nunca passou por momentos em que colocar um frase sequer no papel parecia uma tarefa impossível? Que poeta nunca se viu sem saída em meio a uma estrofe ou na hora de completar uma rima? Enfim, todos passamos por estes momentos um tanto quanto frustrantes e que, infelizmente, às vezes duram por um período mais longo do que o que gostaríamos.

O motivo desta postagem é simples - até pelo fato de o Na Ponta dos Lápis ser um blog também pessoal. Faz algumas semanas eu me vi nas situações descritas acima. Como era difícil produzir qualquer coisa! E isto não se devia apenas a dias corridos, cheios de obrigações e problemas a resolver, mas também a uma falta de vontade e criatividade literária. É claro que, provavelmente, esta "ausência de inspiração" também deveria se dar por causa da correria; afinal, são processos interligados: se estamos cansados, exaustos, é difícil de escrever, pelo menos para alguns.

Eis que decidi, então, pensar um pouco sobre o que pode nos levar ao bloqueio criativo e como lidar com ele. Naturalmente, a postagem serve para que outros autores possam também acrescentar à discussão. Isso porque, uma das coisas que me pareceu clara é que, como em todo o processo criativo, cada pessoa possui suas próprias características de produção e, por isso, "trava" de maneiras diferentes.

Um exemplo claro é o que eu mesmo dei acima. Se preciso resolver muitos problemas, mexer com coisas não relacionadas à literatura, tenho muitas dificuldades em produzir. Às vezes, devo admitir, a criatividade vem em momentos em que sinto uma agonia que me impele à escrita - e já falei disso em alguns poemas. Mas eu, de uma maneira geral, produzo mais quando estou descansado, quando me sinto bem para me sentar e me deixar levar pelos caminhos da literatura.

No entanto, conheço muitos autores que vão por um caminho completamente diferente. Escrevem justamente quando não estão bem, quando precisam colocar no papel todas aqueles pensamentos e sensações que até mesmo a lógica é incapaz de descrever. Como já até falei em outras postagens, há um poema do Vinícius de Moraes que fala um pouco disso. Pretendo um dia comentá-lo por aqui.

O que pude concluir é que a questão do bloqueio criativo pode ser relacionada basicamente a duas situações. Em uma, escrevemos justamente para aliviar nossos anseios, nossas angústias e tristezas. Em outra, escrevemos quando estamos equilibrados, quando pensamos sobre o mundo e colocamos no papel nossas idéias e reflexões.

No primeiro cenário, um bloqueio criativo pode ser mais problemático, afinal, se estamos felizes, não queremos ficar angustiados para escrever, certo? Sinceramente, eu não saberia lidar com tal situação - talvez seja interessante escutar o que outros têm a dizer.

No segundo cenário, a solução me parece mais simples. Acho que é uma questão de se analisar as razões de haver um desequilíbrio mental e emocional e até mesmo colocar isso no papel. Talvez seja uma daquelas situações em que a já batida e pleonástica expressão "conheça a ti mesmo" "caia como uma luva". Somente dialogando com seus próprios problemas, entendendo eles com precisão, é que o autor poderá se colocar novamente em uma posição onde poderá criar em cima deles. Somente conhecendo a fundo suas próprias questões existenciais é que ele poderá exteriorizá-las, identificando-as como uma reação a determinada situação social ou apenas deixando-as explícitas, de modo a se conectar com leitores e escritores que se encontrem na mesma situação. Nestes casos, creio eu, é através do auto-conhecimento que vem a reflexão e, logicamente, também a criação. Através do equilíbrio é que o autor poderá escrever a sua história.
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[Conto] A Bandinha

em 23/05/2011.
| Comentários: (6)
Enfim, acho que faz já algum tempo que não coloco um conto meu no blog. Eu, particularmente, gostei muito deste; trabalhei algumas questões de linguagem nele, tentei caprichar no ritmo de narração e, naturalmente, gostei da mensagem, das coisas que se fizeram presentes no texto. Enfim, espero que a leitura seja agradável, sinceramente. E, gostando ou não, sintam-se convidados a comentar!!


A Bandinha

Era uma cidade de trabalho. Fria. Pausada. Irritadiça. Os moradores contavam os dias sem qualquer resistência, aceitavam pacificamente passar os anos em um mundo estressante e automatizado, numa existência sem adrenalina e sem cor. Viver, aparentemente, não era preciso.

Mas as aparências enganam, como todos sabem. Por trás de cada clichê, há uma série de histórias que os sustentam. É assim que se tornam verdade – ou ao menos parte da cultura popular.

Em um certo dia, Marcelo ligou para Renata, que ligou para Edu, que ligou para João, que ligou para Letícia. Estava formada a banda “Vitalícia”. Certo, rima desnecessária – pontos negativos para o narrador. Mas a banda, não. Esta era essencial. Para cada um de seus membros e, principalmente, para toda a cidade.

E aqueles músicos tinham essa consciência. Precisavam tocar, alegremente, marchinhas felizes que pudessem animar o bairro. No primeiro dia, colocaram-se na rua, em uma praça, em frente a uma padaria, bem ao cair da noite. Era justamente o horário em que todos voltavam de seus trabalhos. Por que não convidá-los à diversão? Quem sabe um pão quentinho com uma boa música não aquecesse aquela noite de inverno?

As pessoas passavam aos montes, apressadas, como sempre, e um pouco desconsertadas. Algumas pararam. Era diferente se deparar com aquilo, bem na volta para casa. Uma música, algumas pessoas; animação. Não sabiam como reagir, afinal, estavam programadas para voltar aos seus lares, ligar seus televisores e se esquecer do mundo até a manhã seguinte, quando novamente deixariam suas casas em direção a um trabalho infinito e irremediável.

Aquilo, porém, era muito diferente. Os sons, muitos agradáveis, aqueciam os ouvidos, tocavam a pele, suaves, como seda, e seduziam, sempre. E todos começaram a relaxar, junto com a bandinha, em frente à padaria. A noite caiu e a multidão aumentava. E assim foi, naquele dia, surpreendente como somente a música pode ser.

Nas semanas seguintes, Marcelo novamente ligou para Renata, que ligou para Edu, que ligou para João, que ligou para Letícia. E a bandinha seguiu seu percurso pela cidade. Cada dia em um local diferente.

Com o tempo, os habitantes já esperavam ansiosos pelo final do expediente. Mal podiam se conter, queriam saber onde a bandinha estaria, e por quanto tempo iria tocar. Alguns, inclusive, já convencidos a acompanhá-los. Por que não poderiam eles também produzir música? Por que se resignar em apenas ouvir?

Ao final do primeiro mês, Marcelo ligou para Renata, que ligou para Edu, que ligou para João, que ligou para Letícia, que ligou para Roberto, que ligou para Andressa, que ligou para Elisa, que ligou para Bianca, que ligou para Camilo, que ligou para Helena, que ligou para José, que ligou para Cassandra, que ligou para Bernardo, que ligou para Camila, que ligou para Cecília, que ligou para Dorneles, que ligou para Felipe, que ligou para Ronaldo, que ligou para Amélia, que ligou para Safira, que ligou para Karina, que ligou para Maurício...

A bandinha crescera. E a cidade, aos poucos, fazia parte.

Não demorou muito e todos saíam para cantar e tocar após as intermináveis horas de trabalho. Toda a noite se transformava em festa; e os habitantes pareciam finalmente felizes. Decorrido um ano, aquela cidade não era mais do trabalho. Era a cidade da música. E milhares de turistas passaram a visitá-la, sempre dispostos a retornar às suas casas e recriar aquilo que viveram; era hora de animar o seu próprio povo, pensavam eles enquanto se intoxicavam com o sabor das notas musicais.
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Blog literários, crítica literária e editoras

em 19/05/2011.
| Comentários: (20)
Hoje escrevo sobre algo muito interessante que vi nas livrarias algumas semanas atrás, algo que naturalmente me trouxe algumas questões em relação aos blogs literários e sua relação com os leitores e as editoras, além, é claro, da crítica literária. Trata-se do livro Hex Hall, do selo Galera Record.

Por um acaso, o livro estava parcialmente escondido atrás de outro em uma das ilhas da Saraiva. Eu, como costumo prestar atenção aos títulos, às capas e às editoras dos livros que estão em destaque, peguei-o para vê-lo por completo. Resolvo, então, dar uma olhada mais longa; já que estou com o livro não mão, porque não dar uma lidinha na parte de trás? Eis que me surpreendo. Normalmente, temos, como todos sabem, uma descrição a respeito do livro e, em alguns casos, citações de críticos literários, especialmente quando se tratam de best-sellers, que sempre são acompanhados das "reviews" do New York Times. Neste caso específico, surpreeendi-me quando vi três críticas do livro, porém todas elas vindas de blogs literários brasileiros. Inclusive, um que eu já conhecia bem: o da Pam (@garotait). Abaixo, retirando do site dela, vocês podem ver a capa do livro (cliquem para ampliar).



Achei, primeiramente, a idéia do pessoal da Galera Record sensacional. Estão valorizando um fenômeno que tem crescido nos últimos meses: os blogs literários. Além disso, é realmente interessante perceber como, no país, temos muito poucas publicações que falem de livros e de literatura. Talvez seja exatamente por isso que haja um crescimento abundante dos blogs literários. A grande questão, claro, é que esses blogs tendem, na maioria dos casos, com algumas poucas exceções, a se debruçar mais sobre os livros mais voltados para o entretenimento. Não que isso seja necessariamente uma coisa ruim; sempre digo aqui e repito que gosto deste tipo de literatura também. Mas é importante fazer esta ressalva, para demonstrar que, embora estes blogs estejam tomando, ao que parece, o lugar da crítica, há ainda um caminho grande a ser percorrido - e eu espero que este caminho passe também pela popularização de blogs que se voltem para livros de poesia, assim como contos, crônicas e ficções mais reflexivas.

De qualquer modo, o fenômeno é visível. Notamos isto bem claramente nesta questão do Hex Hall. As críticas de nossos blogs tomaram literalmente o lugar das "reviews" do New York Times. Isso mostra a importância que os blogs brasileiros começam a ter - e embora eles, por enquanto, estejam mais voltados para o mercado e menos para a crítica; é uma mudança significativa.

Acho que esse é um fenômeno que deveria até ser esperado. Num país em que não há quase espaço nos jornais e nas revistas para a literatura (uma das boas exceções é o Jornal Rascunho), nada mais natural do que haver uma explosão literária na internet. Como eu disse, ainda falta surgir, quem sabe, uma crítica mais especializada se aproveitando deste espaço, mas já é um começo - e um começo muito promissor, na minha opinião.

E vocês, o que acham disso tudo? Acham que a crítica mais especializada pode também chegar aos blogs? Acham que a crítica literária brasileira, hoje tão massacrada, pode ter um retorno através dos meios digitais? Opinem! Este é um tema que merece mais de um artigo. E, claro, muita discussão!

Editado: Adicionei na postagem um depoimento da Pam, do Garota It, sobre a experiência da editora com o blog. Se quiserem podem perguntar mais nos comentários:

Olá, pessoal!
Isso foi realmente algo muito legal e diferente que a Galera Record promoveu aqui no Brasil. Em outros países (em que os blogs têm grande destaque) já utilizam esses blorbs de blogueiros. No Brasil, pelo que eu sei, de livro internacional, foi o primeiro.

Esclarecendo algumas dúvidas: Eu recebi por direitos autorais, e não compra de opinião. Recebi o livro antes mesmo das últimas revisões, para ler e saber o que eu achava e claro, repassar essa opinião para a editora. Confesso que fiquei com medo de acabar não gostando do livro, mas o livro é muito bom!
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Por que ler?

em 09/05/2011.
| Comentários: (6)
Como falar sobre sobre um dos maiores instrumentos da raça humana? Como descrever esse processo de informação e de imersão tão agradável e, ao mesmo tempo, tão pouco valorizado pela nossa sociedade? A leitura - como todos deveriam saber - é fundamental. É triste, inclusive, ver tantos programas e propagandas na televisão (e em outros meios) valorizarem muitos outros aspectos da vida, alguns nem assim tão nobres, enquanto deixam de lado justamente a "questão do ler".

Para se entregar aos livros, aos textos e às poesias, naturalmente, existem muitas razões - e os motivos que nos levam à leitura são tão misteriosos quanto os que nos impelem à escrita e à criação. Pode ser que precisemos ler por obrigação, afinal, queremos passar naquele concurso, não é mesmo? É preciso ler, é preciso estudar, é preciso se informar para crescer pessoal e profissionalmente - disso todos sabem, embora muitos prefiram ignorar. Mas por que não ler somente para conhecer o mundo, para saber mais sobre cada coisa, cada lugar, cada pessoa? Por que não ler somente para matar a curiosidade? É justamente o ato de interagir com o mundo através dos textos, de absorver o conhecimento cunhado por outros, que permite que a humanidade cresça. É pela leitura que homem se forma, pois ler é também manter contato, com aquilo que foi lido e com aquele que escreveu.

E nos arremete então a magia dos livros de literatura, das grandes obras e dos grandes personagens. Como é bom viajar, conhecer lugares novos, quer eles façam parte de nosso "mundo real" ou não. A leitura é um processo catártico, nos permite vivenciar emoções novas e nos faz lidar melhor com aquelas que nós temos, com aqueles problemas intrínsecos ao nosso ser. Quem nunca se identificou com um personagem? Quem nunca leu um texto literário que lhe trouxesse crescimento pessoal, que lhe fizesse encarar o mundo sobre uma nova perspectiva? A leitura nos toca, faz-nos refletir e ponderar. Outras vezes, pode até não ser assim tão radical, mas ainda assim nos serve como um momento de paz, de tranqüilidade, aqueles segundos em que estamos somente nós e os personagens, na intimidade de nossas casas, dialogando.

A leitura, por fim, é mudança; e talvez seja justamente por isso que seja tão pouco valorizada. Muitos temem aquilo que é novo, paralisam diante de novas experiências. E nesse mundo em que é preferível que as pessoas não se rebelem, não ponderem sobre a terrível situação social e econômica a que a maioria está submetida, é "melhor mesmo" que a "questão do ler" seja colocada de lado. Não há motivo para alimentarem a reflexão.

A leitura é um caminho. Ou melhor, a leitura é o caminho. E não deixem que outros os convençam do contrário.

_______________________________________________

Essa postagem foi inspirada numa proposta lançada pelo Alexandre do Livros e Afins, cujo objetivo era de os blogueiros falarem sobre "Por que gostam de ler". Estou bem atrasado na postagem, fiz algo um pouquinho diferente, mas resolvi fazer, depois de ter descoberto a proposta do Alexandre ao ler a postagem da @AnakinT em seu blog (leia o texto aqui).
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[Poema] Bom Cotidiano

em 06/05/2011.
| Comentários: (6)
Bom, a semana ainda continuou complicada, com alguns problemas a serem resolvidos, ficou difícil de botar o que eu queria no blog, que era o final do primeiro conto da "Sociedade da Rosa". Não fico tão preocupado, porque acho que nem muita gente está assim tão interessada na série, ainda pondero se vale mesmo continuar ou não. Hoje, coloco um poema aqui, bem pequeno e simples, mas que eu acho bem significativo, espero que gostem mesmo. Como falei anteriormente, estou me planejando para voltar com tudo no blog, com notícias, entrevistas e mais crônicas. Portanto, apesar do período com atualizações mais escassas, continuem a visitá-lo! Segue o poema, sintam-se convidados a comentar:


Bom Cotidiano

É justamente nos dias felizes,
que se repetem,
que a criatividade se renova,
que a vida revitaliza
e transforma em poesia
tudo aquilo que era prosa.
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Atualizações do blog

em 03/05/2011.
| Comentários: (0)
Faço esta postagem com o intuito de avisar ao pessoal que não acompanha o blog via feed e via twitter de que, embora tenha ficado algum tempo sem publicar nada por aqui, não deixei o Na Ponta dos Lápis de lado, naturalmente. Tive algumas questões para resolver na semana passada e ainda tenho nesta semana, por isso fiquei um pouco sem tempo para preparar as atualizações. Também tive um certo bloqueio criativo na hora de terminar um conto, mas deixarei para falar disso numa postagem específica sobre, quem diria, bloqueio criativo, hehehe.

Basicamente, este texto é para avisar ao pessoal que podem continuar entrando no blog, provavelmente amanhã ou na quinta-feira devo recomeçar com as postagens, tentando manter um boa regularidade, com várias atualizações por semana. Portanto, fiquem ligados!

(Não precisam comentar esta postagem, provavelmente a apagarei dentro de alguns dias)
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Tema original "Solitude" Modificado por Mundo Blogger